Um dos mais conhecidos bilionários de Hong Kong está oferecendo um prêmio equivalente a R$ 132 milhões para qualquer homem que consiga seduzir sua filha lésbica e convencê-la a se casar. O magnata Cecil Chao, de 76 anos, que fez sua fortuna no setor imobiliário e em transportes de carga, prometeu publicamente a recompensa após relatos de que a filha, Gigi Chao, teria formalizado uma união na França com a namorada de longa data. O bilionário, que nunca foi casado, afirmou à BBC que a filha ainda é solteira e precisa de "um bom marido". A homossexualidade foi descriminalizada em Hong Kong somente em 1991, e as uniões de parceiros do mesmo sexo não são reconhecidas. Candidatos Gigi, uma empresária formada pela Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, teria formalizado uma parceria civil na França com sua namorada, Sean Eav, com quem se relaciona há sete anos, segundo relatos publicados na mídia de Hong Kong. Mas seu pai insiste que a informação é falsa e afirma que sua oferta generosa já gerou várias respostas de possíveis candidatos. "É um incentivo para atrair alguém que tenha talento, mas não o capital para iniciar seu próprio negócio", afirmou Chao. "Não me importa que ele seja rico ou pobre. O importante é que ele seja generoso e de bom coração", explicou. "Gigi é uma mulher boa, com talento e beleza. Ela é dedicada aos pais, é generosa e faz trabalho voluntário", disse. Vida social agitada Apesar da busca pública por um marido para a filha, Chao diz que não tentará forçará Gigi a se casar contra sua vontade. Gigi Chao disse ter achado a polêmica campanha feita pelo pai "divertida" e afirmou que não pensará mais no assunto até um candidato apto se apresentar. Cecil Chao é conhecido em Hong Kong por sua vida social agitada e comumente aparece nas colunas sociais ao lado de belas mulheres jovens. Segundo o diário South China Morning Post, ele já se vangloriou uma vez de ter se relacionado com mais de 10 mil mulheres.
C. of .B Music Records ou Circulo de Negociações; é uma produtora de musica e realização de vídeos clip localizada em Luanda/Angola - Katinton (Subúrbio) Info: +244 946930303 / 914772665 Central line. Promove Projecto Mix Tape Kaicha com Koizas
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Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho
Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho, fale sobre ele para mais pessoas.
atenciosamente;
The Question
Luanda Angola
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Monocracia ou regime não-democráticos
Neste presente trabalho esclarecerei o que não é
democracia, baseando-se nas definições de democracia no ponto de vista de
alguns autores como MARTINS e SCHUMPETER.
Será possível entender o que não é democracia ou
monocracia sem saber primeiro saber o que é democracia?
Então o que é democracia? E o que não é democracia?
Que diferença existe entre democracia e não-democracia.
Democracia (demo+kratos) é um regime de governo em que
o poder de tomar importantes decisões politica esta no povo/cidadão.
DEMOCRACIA
Democracia vem da palavra “demo” que significa povo.
Nas democracias, é o povo que detém o poder soberano sobre o poder legislativo
e o executivo. Embora existem pequenas diferenças nas várias democracias, certos
princípios e praticas distinguem o governo democrático e outras formas de
governo.
Democracia é o governo no qual o poder e a
responsabilidade cívica são exercidas por todos os cidadãos, directamente ou
através das suas representantes livremente eleitos.
É o conjunto de princípios e praticas que protegem a
liberdade humana, é a institucionalização.
Segundo FERNANDES (2010) são regimes democráticos
aqueles em que a totalidade da população adulta pode participar, directa ou
indirectamente na tomada de decisões e na escolha dos governantes.
Se a totalidade da população adulta reunida
periodicamente em assembleia na tomada de decisões, isto é no exercícios da
soberania, diz-se que o regime é democracia directa se pelo contrario, a
totalidade da população adulta apenas pode participar na designação e no
controlo dos governantes, diz-se então que o regime é de democracia
representativa (…) P148.
Diz-se que a palavra democracia pode entender-se como
uma acumulação de invenções e de experiência que já não apenas privilegio do
ocidente e que abrangem um numero crescente de outras áreas geográficas. As
interpretações culturalistas muito desacreditadas.
TAYLOR, Charles apud Fernandes 2000.
Democracia remonta antiguidade, expressada por meio do
pensamento político grego, que concebia a democracia como uma forma de governo
possível. Democracia tal como em termos de governo de povo, se contrapondo ao
governo de poucos.
Democracia genericamente, associa-se nas oportunidades
de participação politica na fixação de objectivos individuais e colectivo,
assim como na igualdade politica MARTINS (1994).
Para Schumpeter, a democracia não significa que apenas
o povo tem de aceitar ou recusar as pessoas designadas para governa-los e mais os
eleitores devem respeitar os políticos que elegem entre as eleições, não devem
retirar sua confiança muito facilmente e devem entender que, uma a acção
politica e tarefa deste e não deles.
Monocracia ou regime
não-democráticos
Para podermos definir e compreender o que não é democracia,
é necessário primeiro saber o que é democracia, e quais são os princípios
fundamentais de uma democracia, os limites, os tipos de democracia, em que
sociedade e a época. Desta forma a monocracia opõe – se a divisão de poderes.
Seriam monocráticos os governos que só têm poderes em si próprio e tendem a
confundir o poder com a propriedade.
Na monocracia haveria um centro único de força
politica, fosse qual fosse o processo de designação onde recrutamento da
autoridade governamenta situação de que formas pré-estaduais onde existe
confusão entre a propriedade e o exercício do poder e que se distinguiria da
autocracia, o regime em que os governos só têm o poder de si próprio.
Já na divisão de poderes, eis que em lugar de confundir com uma vontade
única, o poder do estado só se importa por efeito de um acordo entre as
vontades de vários órgãos, de tal maneira que a eficácia de cada uma delas se
subordinará ao consentimento de todos os outros. Georges B.URDEAU (2007).
terça-feira, 25 de setembro de 2012
VIDA E OBRA DE SIMÃO GONÇALVES TOCO
VIDA E OBRA DE SIMÃO
GONÇALVES TOCO
Tocoísmo é o nome dado aos seguidores do profeta angolano Simão
Gonçalves Toco (1918-1984). Actualmente, estão constituídos eclesiasticamente
sob a denominação “Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo”. Trata-se de
um dos maiores movimentos cristãos em Angola, contando
igualmente com sedes em vários outros países africanos e europeus. Tem a sua
catedral no bairro do Golfe, no sudeste de Luanda, Angola. A
sua sede espiritual é em Sadi-Zulumongo (NTaia), local de nascimento do
profeta.
Simão Gonçalves Toco
nasceu em 1918 na localidade de Sadi-Zulumongo (Ntaia, Maquela Do Zombo,
província do Uíge,
Angola), tendo recebido o nome kikongo de Mayamona. Após frequentar o ensino
primário na missão baptista de Kibokolo, concluiu os estudos liceais no Liceu
Salvador Correia em
Luanda. Por esta altura, terá conhecido um acontecimento
milagroso que terá despoletado a sua missão religiosa: o encontro com Deus em
Catete (Abril de 1935). Depois, regressará ao Uíge para trabalhar nas missões
baptistas de Kibokolo e Bembe. Em 1942, decide partir para Leopoldville (Congo
Belga) para colaborar com a missão local e dirigir um coro musical com cantores zombos,
oriundos da mesma região que ele (Maquela do Zombo). A este coro dará o título
de Coro de Kibokolo.
Em 1946, graças ao trabalho que
lhe fora reconhecido no âmbito da missão baptista e do coro, foi convidado,
junto com outros dois “indígenas” (Gaspar de Almeida e Jessé Chipenda Chiúla)
para intervir nos trabalhos da Conferência Missionária Internacional
Protestante, realizada de 15 a 21 de Julho de 1946, na localidade de Kaliná em
Leopoldville (actual cidade de Kinshasa,
capital daRepública Democrática do Congo). Nesse
momento, dirige uma prece onde pede para o Espírito Santo descer em África.
Tal prece é atendida a 25 de
Julho de 1949 quando, após um desentendimento com a Missão Baptista de
Leopoldville, decide convocar uma vigília de oração na sua residência (rua de
Mayenge, nº 159). Naquele momento, segundo contam os presentes, sentiram um
vento e começaram a tremer, realizando milagres invocando algumas passagens
bíblicas.
Este momento é assumido pelo tocoísmo como o momento em
que o Espírito Santo desceu em África e a igreja cristã foi “relembrada”, de
forma a retomar o caminho da igreja original do tempo dos Apóstolos. É portanto
a data fundacional do movimento tocoísta.
Após estes acontecimentos, Simão
Gonçalves Toco e muitos dos seus seguidores foram presos pelas autoridades
belgas, sob a acusação de alterar a ordem pública. Em Janeiro de 1950, são
deportados do Congo Belga e entregues, no posto fronteiriço de Nóqui (província
do Zaire), às autoridades portuguesas. Estas procuram dar por terminado o
movimento daquilo que consideravam ser uma “seita perigosa”,[3] dividindo o grupo em pequenos grupos
que serão dispersos, no âmbito da política de povoamento colonial vigente à
época,[4] em distintos colonatos e campos de
trabalho forçado por toda a colónia. O líder é enviado numa primeira instância
pelo Vale do Loge e, após passagens por Luanda, Caconda
e Jáu, é enviado para a Baía dos Tigres,
na província de Moçâmedes (hoje Namibe). Pouco tempo depois, é enviado para
trabalhar como assistente num farol em Ponta Albina , na mesma região.
Em 1961, quando tem início as
campanhas de libertação de Angola no norte do país, as autoridades portuguesas,
conhecedoras da capacidade de mobilização do profeta, ordenam a sua ida para o
Uíge e a região fronteiriça com o Congo para chamar as pessoas que tinham
fugido para as matas na sequência das acções militares. Simão Toco consegue
mobilizar milhares de conterrâneos, mas a desconfiança das autoridades
portuguesas relativamente às suas intenções faz com que se decidam por enviá-lo
para um segundo período de exílio. Desta
vez, é enviado para a ilha portuguesa de São Miguel, nos Açores, onde
trabalhará como assistente de faroleiro na localidade de Ginetes.
A sua permanência neste país
demorará 11 anos. No entanto, não esmorecerá o seguimento da sua missão. Ao
longo deste período, o dirigente intercambiará milhares de cartas com os seus
seguidores em Angola, com quem construirá um movimento de carácter nacional. Em
1974, na véspera da saída de Portugal do território angolano, Toco é finalmente
autorizado a regressar ao seu país, o que acontece a 31 de Agosto desse ano.
Recebido pelo então governador em transição, o Almirante Rosa Coutinho,
Simão Gonçalves Toco vê finalmente reconhecida a liberdade de expressão e de
culto do seu movimento.
Com o advir da independência,
antevendo as dificuldades de entendimento entre as três principais organizações
participantes no movimento de libertação de Angola (FNLA, MPLA, UNITA), Simão Toco decide
abrir uma campanha de conversações entre os seus líderes (Holden Roberto, Agostinho Neto, Jonas Savimbi)
para encontrar um caminho pacífico para o país. No entanto, esta iniciativa não
foi bem sucedida e Angola entra em guerra civil.
Em 1984, tem lugar o
desaparecimento físico de Simão Gonçalves Toco. No processo de sucessão, o
movimento conhece tempos difíceis, devido a desentendimentos entre vários
sectores da igreja e à ordem de encerramento da igreja efectuada pelo próprio
governo angolano em 1986, após um episódio de confronto entre crentes e as
forças policiais. Em 1992, quando
o governo angolano abre uma campanha de reconhecimento oficial de entidades
religiosas, são reconhecidas três “Igrejas Tocoistas” distintas: a “Direcção
Central (Cúpula)”, os “Doze Mais Velhos” e as 18 Tribos 16 Classes”. No
entanto, havia ainda outros grupos que se reclamavam como sendo os “verdadeiros
tocoistas”.
Mas ao mesmo tempo que se
verificam estes desentendimentos, ocorre também um processo de expansão da
igreja para fora de Angola, nomeadamente através das redes migratórias
angolanas, que conheceram um aumento significativo a partir da década de 1990.
Por esta altura, é inaugurada a primeira Igreja Tocoista em Lisboa, e pouco
tempo depois seguir-lhe-iam núcleos em Madrid, Paris, Londres, Roterdão, etc.
No ano 2000, assume a liderança
da Direcção Central Afonso Nunes, um jovem oriundo de Negage (Uíge) e que afirmava ter sido
visitado e revestido pelo espírito de Simão Gonçalves Toco. Nunes consegue
operar um movimento significativo de reunificação no seio do tocoismo, trazendo
vários dos sectores desavindos para a Direcção Central (entretanto rebaptizada
Direcção Universal). Também lidera uma transformação dramática no seio da
igreja, construindo uma catedral no bairro do Golfe em Luanda (ver imagem),
proclamando a vocação universal da igreja e trazendo para a mesma muita
juventude angolana, nomeadamente através da promoção (em curso ou completados)
de projectos de acção social e educativa (escolas, Universidade Tocoista, Rádio
Tocoista, Fundo Social, etc.) e intervenções humanitárias no âmbito de
desastres naturais ou de outra ordem.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
síntese informal C of B do dia 21
Noticias de primeira da hora aos 20 de
Setembro de 2012.. A C of B Music Records aka The Question teve como visitas Daniel Chefe Swagger…do S. Paulo. Presença
agradável e significante falamos de projectos e trabalho.
Acordados para sua realização do seu 2º Vídeo Clip…
marcado para o dia o próximo dia 7 de Outubro de 2012.
A mais uma invasão de privacidade publica ao a
relento a C of B Music Records vai realizar um grande SHOW DE HIP HOP no dia 14
de Outubro de 2012. com a presença de grandes RAP’S, GANGSTR’S, NIGG’S E M.c’s.
Com a abertura do GRUPO TEATRAL Charles Mendes
Art…
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Geodinâmica Interna - Metamorfismo
Geodinâmica é o ramo da geologia que se ocupa de estudar as
manifestações dinâmicas do interior de planetas telúricos, como a Terra, que afectam
especialmente a crosta e a superfície.
O dinamismo da Terra provém das interacções entre os agentes de geodinâmicainterna e os agentes de geodinâmica externa. A reciclagem dos materiais rochosos(ciclo litológico), por exemplo, devese à acção dos agentes de geodinâmica interna e externa.
Os fenómenos que ocorrem na superfície terrestre são estudados pela geodinâmica externa ou geografia física. Esta ciência inclui diversas especialidades como a meteorologia, a hidrologia, a oceanografia, a geomorfologia, a fisiografia, agraciaria e a limnologia.
METAMORFISMO
Metamorfismo é o conjunto de processos geológicos que leva à formação das rochas metamórficas. Esses processos envolvem
transformações físicas e químicas sofridas pelas rochas, quando submetidas
ao calor e à pressão do interior da Terra. Estas alterações
ocorrem no estado sólido, pois a pressão é superior à temperatura.
Ambientes Geológicos
Os locais onde ocorre a génese dos diferentes tipos de rochas devem reunir determinadas características que no seu conjunto constituem o ambiente geológico de formação da rocha.
O ambiente magmático caracterizase poraltas temperaturas, situadas entre os 500 e os 1500 oC, o que leva à formaçãode banhos fundidos magmas , por amplas variações de pressão e, em geral,por variações limitadas na composição química. Na realidade, o magma é, essencialmente, uma solução de silicatos, pelo que a sua composição varia entre limites muito mais estreitos do que a existente em outros ambientes.
O ambiente sedimentar é caracterizado por temperaturas baixas e moderadas,no geral compreendidas entre os 0 e os 40 oC. A pressão, que é a atmosférica,é praticamente constante. Contudo, este ambiente apresenta grandevariabilidade na composição química. Os materiais que originam os sedimentospodem ter as mais diversas composições, já que podem ter origem magmática,metamórfica e mesmo sedimentar.
O ambiente metamórfico abrange uma grande variabilidade de pressões etemperaturas. As temperaturas, no entanto, não atingem valores tão elevadoscomo no magmatismo. Em geral não ultrapassam os 800 oC. O metamorfismoocorre em meios essencialmente sólidos.
Factores De Metamorfismo
O metamorfismo compreende uma série de processos que têm lugar no interior da crosta terrestre e que provocam alterações mineralógicas, químicas e estruturais nas rochas preexistentes quando sujeitas a condições físico-químicas diferentes das que as originaram. As rochas metamórficas devem as suas características a diversos factores, dos quais os mais importantes são: a composição das rochas pré existentes e que experimentam fenómenos de metamorfismo, a temperatura e a pressão durante o processo de metamorfismo, e os efeitos dos fluidos de circulação.
Composição das rochas preexistentes
Durante os processos de metamorfismo, em geral, não ocorre a adição de novos elementos ou compostos químicos. Contudo, a composição mineralógica das rochas metamórficas é condicionada pela composição química das rochas preexistentes.
Por exemplo, muitas rochas metamórficas apresentam grande teor de sílica, o que indica que as rochas preexistentes eram também ricas em sílica.
Uma rocha basáltica metamorfizada pode apresentar nos novos minerais, no seu
conjunto, cerca de 50% de sílica e percentagens de óxidos de ferro, magnésio,cálcio e alumínio resultantes da rocha anterior.
Por outro lado, um calcário, composto essencialmente por calcite (CaCO3), nãopode, ao ser metamorfizado, originar uma rocha com sílica.
Por outro lado, um calcário, composto essencialmente por calcite (CaCO3), nãopode, ao ser metamorfizado, originar uma rocha com sílica.
Temperatura
Um mineral é estável se, durante um determinado tempo, não reage ou não setransforma num novo mineral ou substância. Todos os minerais são estáveis dentrode determinados intervalos de temperatura. Alguns minerais são estáveis entreamplos intervalos de temperatura. O quartzo, se não estiver associado com outrosminerais, é estável, em condições normais de pressão atmosférica, até àtemperatura de cerca de 800 oC. A altas pressões, o quartzo também se mantêmestável a altas temperaturas. Outros minerais são estáveis quando a temperaturase mantém num intervalo de somente 100 a 200 oC.
Pelo conhecimento do intervalo de temperatura em que o mineral se mantémestável, os geólogos podem deduzir a temperatura de metamorfismo da rocha ondese inclui o mineral.
Os minerais estáveis a altas temperaturas têm tendência a ser menos densos que os minerais quimicamente idênticos estáveis a baixas temperaturas. Quando a temperatura aumenta, os iões vibram com mais intensidade nos seus locais da estrutura cristalina. Se o calor resultante dessas vibrações é também significativo,os iões separam-se e a substância torna-se líquida.
Um mineral é estável se, durante um determinado tempo, não reage ou não setransforma num novo mineral ou substância. Todos os minerais são estáveis dentrode determinados intervalos de temperatura. Alguns minerais são estáveis entreamplos intervalos de temperatura. O quartzo, se não estiver associado com outrosminerais, é estável, em condições normais de pressão atmosférica, até àtemperatura de cerca de 800 oC. A altas pressões, o quartzo também se mantêmestável a altas temperaturas. Outros minerais são estáveis quando a temperaturase mantém num intervalo de somente 100 a 200 oC.
Pelo conhecimento do intervalo de temperatura em que o mineral se mantémestável, os geólogos podem deduzir a temperatura de metamorfismo da rocha ondese inclui o mineral.
Os minerais estáveis a altas temperaturas têm tendência a ser menos densos que os minerais quimicamente idênticos estáveis a baixas temperaturas. Quando a temperatura aumenta, os iões vibram com mais intensidade nos seus locais da estrutura cristalina. Se o calor resultante dessas vibrações é também significativo,os iões separam-se e a substância torna-se líquida.
O calor é importante porque as altas temperaturas aumentam a velocidade dasreações. Devido às taxas de reacção, o metamorfismo raramente ocorre a temperaturas inferiores a 200 oC, mesmo que os minerais possam ser instáveis a esta temperatura. O limite superior da temperatura durante o metamorfismo corresponde à temperatura de fusão parcial da rocha. Se a fusão parcial ocorre, a componente fundida forma um magma e a parte sólida remanescente é uma rocha metamórfica. As temperaturas a que as rochas magmáticas e metamórficas podemco existir varia consideravelmente. Para uma rocha ultramáfica contendo só mineraisferromagnesianos, a temperatura pode ser superior aos 1000 oC; para um granito ou riólito, sob alta pressão na presença de vapor de água, pode ser inferior a700 oC.
As fontes de calor para o metamorfismo são o gradiente geotérmico, a fricção, asplumas quentes do manto, a radioatividade e o calor transferido das formações magmáticas próximas.
Pressão
Os minerais são sensíveis à pressão. Se os átomos de um cristal forem submetidos a pressões muito elevadas, as ligações entre os átomos podem quebrarse. Osátomos reorganizamse em novos minerais que são estáveis quando submetidos aaltas pressões. Muitos minerais são mais sensíveis à variação da temperatura que àvariação da pressão. Contudo, a pressão também desempenha um importante papel no metamorfismo.
Normalmente, quando falamos de pressão, referimonos à pressão confinada,também designada pressão geostática, que é a pressão que se distribui igualmentepor toda a superfície do corpo que se encontra situado a maior ou menorprofundidade.
Um mineral que tenha cristalizado em condições de alta pressão tende a ocuparmenos espaço que os minerais que não tenham sido formados nessas condições. Adensidade dos minerais está relacionada com a pressão.
Além da pressão confinada ou geoestática, outro tipo de pressão atua, adenominada pressão diferencial, orientada ou dirigida, que é diferente nas diferentesdireções do objeto sujeito à sua ação.
A pressão diferencial influencia fortemente a textura das rochas metamórficas porque força os constituintes das rochas a tornaremse paralelos uns aos outros. Oalinhamento paralelo característico das rochas denominase foliação. A foliação das rochas pode manifestarse de diferentes maneiras. As texturas das rochas metamórficas são variações da foliação e são importantes na sua classificação. Pode falar em textura gnéissica, xistosa, etc.
Fluidos de circulação
A água na forma de vapor é, sem dúvida, o mais importante fluido envolvido nos processos metamórficos. Outros gases, tais como dióxido de carbono, também desempenham um papel importante. A água intervém de maneira significativa nas reações químicas metamórficas. Aparentemente, a água a grande pressão força o seu caminho entre os grânulos minerais, dissolve os seus iões e transporta os para qualquer outra parte da rocha onde podem reagir com os iões de um outro mineral. O novo mineral formado é estável nas condições existentes durante a sua génese.A água permite uma tranferência de iões no interior da rocha.Um outro fator importante no metamorfismo é o tempo, o que nem sempre é fácil de compreender. Muitas rochas metamórficas são compostas por minerais silicatados, e os com postossilicatados são caracterizados pela sua lenta taxa de reacção química. Recentemente, o estudo de granadas revelou que a sua taxa de crescimento foi de1,4 milímetros por milhão de anos. Muitos laboratórios têm visto frustradas as suas experiências para obter reações metamórficas, em virtude do fator tempo. Os vários milhões de anos durante as quais uma específica combinação de temperatura e pressão prevaleceu são impossíveis de repetir nos laboratórios.
Tipos de metamorfismo
§
Metamorfismo regional: as rochas pré-existentes não são modificadas por um
aumento de pressão superior ao aumento de temperatura e de tensões
não-litostáticas. O metamorfismo regional está relacionado com limites
convergentes, onde se verificam altas temperaturas e pressões. Algumas rochas
deste tipo de metamorfismo são a ardósia, o filito, o micaxisto e a gnaisse.
§
Metamorfismo de contacto: está directamente relacionado com as intrusões
magmáticas. Como estão a temperaturas muito elevadas, causam uma instabilidade
nos minerais das rochas envolventes à inclusão magmática. Essa instabilidade
vai levar ao rearranjo estrutural dos minerais, formando novas ligações químicas,
formando, então, novos minerais. Exemplos: corneana, quartzito e mármore.
§
Metamorfismo dinâmico: desenvolve-se em faixas longas estreitas nas adjacências
de falhas ou zonas de cisalhamento
§
Metamorfismo por soterramento: está geralmente associado com bacias
sedimentares formadas na margem de distensão das placas.
§
Metamorfismo hidrotermal: resulta da percolação de águas quentes ao longo de
fraturas e espaços intergranulares das rochas.
§
Metamorfismo de impacto: desenvolve-se em locais submetidos ao impacto de grandes
meteoritos
§
Metamorfismo de fundo oceânico: Metamorfismo que ocorre junto às ridges
meso-oceânicas, sendo fatores essenciais a temperatura e o fluido.
CONCLUSÃO
Concluímos que a Geodinâmica Interna e seus subtemas no
ramo da geologia se dedica ao estudo do conjunto de fenómenos que ocorrem
na Terra e as suas consequências.
Quanto
ao Metamorfismo é o conjunto de processos geológicos que leva à formação das rochas metamórficas.
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