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Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho

Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho, fale sobre ele para mais pessoas.

atenciosamente;

The Question

Luanda Angola

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Um pouco sobre: Gigi Chao

Um dos mais conhecidos bilionários de Hong Kong está oferecendo um prêmio equivalente a R$ 132 milhões para qualquer homem que consiga seduzir sua filha lésbica e convencê-la a se casar. O magnata Cecil Chao, de 76 anos, que fez sua fortuna no setor imobiliário e em transportes de carga, prometeu publicamente a recompensa após relatos de que a filha, Gigi Chao, teria formalizado uma união na França com a namorada de longa data. O bilionário, que nunca foi casado, afirmou à BBC que a filha ainda é solteira e precisa de "um bom marido". A homossexualidade foi descriminalizada em Hong Kong somente em 1991, e as uniões de parceiros do mesmo sexo não são reconhecidas. Candidatos Gigi, uma empresária formada pela Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, teria formalizado uma parceria civil na França com sua namorada, Sean Eav, com quem se relaciona há sete anos, segundo relatos publicados na mídia de Hong Kong. Mas seu pai insiste que a informação é falsa e afirma que sua oferta generosa já gerou várias respostas de possíveis candidatos. "É um incentivo para atrair alguém que tenha talento, mas não o capital para iniciar seu próprio negócio", afirmou Chao. "Não me importa que ele seja rico ou pobre. O importante é que ele seja generoso e de bom coração", explicou. "Gigi é uma mulher boa, com talento e beleza. Ela é dedicada aos pais, é generosa e faz trabalho voluntário", disse. Vida social agitada Apesar da busca pública por um marido para a filha, Chao diz que não tentará forçará Gigi a se casar contra sua vontade. Gigi Chao disse ter achado a polêmica campanha feita pelo pai "divertida" e afirmou que não pensará mais no assunto até um candidato apto se apresentar. Cecil Chao é conhecido em Hong Kong por sua vida social agitada e comumente aparece nas colunas sociais ao lado de belas mulheres jovens. Segundo o diário South China Morning Post, ele já se vangloriou uma vez de ter se relacionado com mais de 10 mil mulheres.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Monocracia ou regime não-democráticos



Neste presente trabalho esclarecerei o que não é democracia, baseando-se nas definições de democracia no ponto de vista de alguns autores como MARTINS e SCHUMPETER.
Será possível entender o que não é democracia ou monocracia sem saber primeiro saber o que é democracia?

Então o que é democracia? E o que não é democracia?
 Que diferença existe entre democracia e não-democracia.
 Democracia (demo+kratos) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões politica esta no povo/cidadão.  

DEMOCRACIA
Democracia vem da palavra “demo” que significa povo. Nas democracias, é o povo que detém o poder soberano sobre o poder legislativo e o executivo. Embora existem pequenas diferenças nas várias democracias, certos princípios e praticas distinguem o governo democrático e outras formas de governo.

Democracia é o governo no qual o poder e a responsabilidade cívica são exercidas por todos os cidadãos, directamente ou através das suas representantes livremente eleitos.

É o conjunto de princípios e praticas que protegem a liberdade humana, é a institucionalização.

Segundo FERNANDES (2010) são regimes democráticos aqueles em que a totalidade da população adulta pode participar, directa ou indirectamente na tomada de decisões e na escolha dos governantes.

Se a totalidade da população adulta reunida periodicamente em assembleia na tomada de decisões, isto é no exercícios da soberania, diz-se que o regime é democracia directa se pelo contrario, a totalidade da população adulta apenas pode participar na designação e no controlo dos governantes, diz-se então que o regime é de democracia representativa (…) P148.

Diz-se que a palavra democracia pode entender-se como uma acumulação de invenções e de experiência que já não apenas privilegio do ocidente e que abrangem um numero crescente de outras áreas geográficas. As interpretações culturalistas muito desacreditadas.
 TAYLOR, Charles apud Fernandes 2000.
Democracia remonta antiguidade, expressada por meio do pensamento político grego, que concebia a democracia como uma forma de governo possível. Democracia tal como em termos de governo de povo, se contrapondo ao governo de poucos.

Democracia genericamente, associa-se nas oportunidades de participação politica na fixação de objectivos individuais e colectivo, assim como na igualdade politica MARTINS (1994).
  
Para Schumpeter, a democracia não significa que apenas o povo tem de aceitar ou recusar as pessoas designadas para governa-los e mais os eleitores devem respeitar os políticos que elegem entre as eleições, não devem retirar sua confiança muito facilmente e devem entender que, uma a acção politica e tarefa deste e não deles.
Monocracia ou regime não-democráticos
Para podermos definir e compreender o que não é democracia, é necessário primeiro saber o que é democracia, e quais são os princípios fundamentais de uma democracia, os limites, os tipos de democracia, em que sociedade e a época. Desta forma a monocracia opõe – se a divisão de poderes. Seriam monocráticos os governos que só têm poderes em si próprio e tendem a confundir o poder com a propriedade.

Na monocracia haveria um centro único de força politica, fosse qual fosse o processo de designação onde recrutamento da autoridade governamenta situação de que formas pré-estaduais onde existe confusão entre a propriedade e o exercício do poder e que se distinguiria da autocracia, o regime em que os governos só têm o poder de si próprio.
 Já na divisão de poderes, eis que em lugar de confundir com uma vontade única, o poder do estado só se importa por efeito de um acordo entre as vontades de vários órgãos, de tal maneira que a eficácia de cada uma delas se subordinará ao consentimento de todos os outros. Georges B.URDEAU (2007).

terça-feira, 25 de setembro de 2012

VIDA E OBRA DE SIMÃO GONÇALVES TOCO



VIDA E OBRA DE SIMÃO GONÇALVES TOCO

Tocoísmo é o nome dado aos seguidores do profeta angolano Simão Gonçalves Toco (1918-1984). Actualmente, estão constituídos eclesiasticamente sob a denominação “Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo”. Trata-se de um dos maiores movimentos cristãos em Angola, contando igualmente com sedes em vários outros países africanos e europeus. Tem a sua catedral no bairro do Golfe, no sudeste de Luanda, Angola. A sua sede espiritual é em Sadi-Zulumongo (NTaia), local de nascimento do profeta.

 

Simão Gonçalves Toco nasceu em 1918 na localidade de Sadi-Zulumongo (Ntaia, Maquela Do Zombo, província do Uíge, Angola), tendo recebido o nome kikongo de Mayamona. Após frequentar o ensino primário na missão baptista de Kibokolo, concluiu os estudos liceais no Liceu Salvador Correia em Luanda. Por esta altura, terá conhecido um acontecimento milagroso que terá despoletado a sua missão religiosa: o encontro com Deus em Catete (Abril de 1935). Depois, regressará ao Uíge para trabalhar nas missões baptistas de Kibokolo e Bembe. Em 1942, decide partir para Leopoldville (Congo Belga) para colaborar com a missão local e dirigir um coro musical com cantores zombos, oriundos da mesma região que ele (Maquela do Zombo). A este coro dará o título de Coro de Kibokolo.

Em 1946, graças ao trabalho que lhe fora reconhecido no âmbito da missão baptista e do coro, foi convidado, junto com outros dois “indígenas” (Gaspar de Almeida e Jessé Chipenda Chiúla) para intervir nos trabalhos da Conferência Missionária Internacional Protestante, realizada de 15 a 21 de Julho de 1946, na localidade de Kaliná em Leopoldville (actual cidade de Kinshasa, capital daRepública Democrática do Congo). Nesse momento, dirige uma prece onde pede para o Espírito Santo descer em África.

Tal prece é atendida a 25 de Julho de 1949 quando, após um desentendimento com a Missão Baptista de Leopoldville, decide convocar uma vigília de oração na sua residência (rua de Mayenge, nº 159). Naquele momento, segundo contam os presentes, sentiram um vento e começaram a tremer, realizando milagres invocando algumas passagens bíblicas.
Este momento é assumido pelo tocoísmo como o momento em que o Espírito Santo desceu em África e a igreja cristã foi “relembrada”, de forma a retomar o caminho da igreja original do tempo dos Apóstolos. É portanto a data fundacional do movimento tocoísta.

Após estes acontecimentos, Simão Gonçalves Toco e muitos dos seus seguidores foram presos pelas autoridades belgas, sob a acusação de alterar a ordem pública. Em Janeiro de 1950, são deportados do Congo Belga e entregues, no posto fronteiriço de Nóqui (província do Zaire), às autoridades portuguesas. Estas procuram dar por terminado o movimento daquilo que consideravam ser uma “seita perigosa”,[3] dividindo o grupo em pequenos grupos que serão dispersos, no âmbito da política de povoamento colonial vigente à época,[4] em distintos colonatos e campos de trabalho forçado por toda a colónia. O líder é enviado numa primeira instância pelo Vale do Loge e, após passagens por Luanda, Caconda e Jáu, é enviado para a Baía dos Tigres, na província de Moçâmedes (hoje Namibe). Pouco tempo depois, é enviado para trabalhar como assistente num farol em Ponta Albina, na mesma região.

Em 1961, quando tem início as campanhas de libertação de Angola no norte do país, as autoridades portuguesas, conhecedoras da capacidade de mobilização do profeta, ordenam a sua ida para o Uíge e a região fronteiriça com o Congo para chamar as pessoas que tinham fugido para as matas na sequência das acções militares. Simão Toco consegue mobilizar milhares de conterrâneos, mas a desconfiança das autoridades portuguesas relativamente às suas intenções faz com que se decidam por enviá-lo para um segundo período de exílio. Desta vez, é enviado para a ilha portuguesa de São Miguel, nos Açores, onde trabalhará como assistente de faroleiro na localidade de Ginetes.

A sua permanência neste país demorará 11 anos. No entanto, não esmorecerá o seguimento da sua missão. Ao longo deste período, o dirigente intercambiará milhares de cartas com os seus seguidores em Angola, com quem construirá um movimento de carácter nacional. Em 1974, na véspera da saída de Portugal do território angolano, Toco é finalmente autorizado a regressar ao seu país, o que acontece a 31 de Agosto desse ano. Recebido pelo então governador em transição, o Almirante Rosa Coutinho, Simão Gonçalves Toco vê finalmente reconhecida a liberdade de expressão e de culto do seu movimento.

Com o advir da independência, antevendo as dificuldades de entendimento entre as três principais organizações participantes no movimento de libertação de Angola (FNLA, MPLA, UNITA), Simão Toco decide abrir uma campanha de conversações entre os seus líderes (Holden Roberto, Agostinho Neto, Jonas Savimbi) para encontrar um caminho pacífico para o país. No entanto, esta iniciativa não foi bem sucedida e Angola entra em guerra civil.

Em 1984, tem lugar o desaparecimento físico de Simão Gonçalves Toco. No processo de sucessão, o movimento conhece tempos difíceis, devido a desentendimentos entre vários sectores da igreja e à ordem de encerramento da igreja efectuada pelo próprio governo angolano em 1986, após um episódio de confronto entre crentes e as forças policiais. Em 1992, quando o governo angolano abre uma campanha de reconhecimento oficial de entidades religiosas, são reconhecidas três “Igrejas Tocoistas” distintas: a “Direcção Central (Cúpula)”, os “Doze Mais Velhos” e as 18 Tribos 16 Classes”. No entanto, havia ainda outros grupos que se reclamavam como sendo os “verdadeiros tocoistas”.

Mas ao mesmo tempo que se verificam estes desentendimentos, ocorre também um processo de expansão da igreja para fora de Angola, nomeadamente através das redes migratórias angolanas, que conheceram um aumento significativo a partir da década de 1990. Por esta altura, é inaugurada a primeira Igreja Tocoista em Lisboa, e pouco tempo depois seguir-lhe-iam núcleos em Madrid, Paris, Londres, Roterdão, etc.

No ano 2000, assume a liderança da Direcção Central Afonso Nunes, um jovem oriundo de Negage (Uíge) e que afirmava ter sido visitado e revestido pelo espírito de Simão Gonçalves Toco. Nunes consegue operar um movimento significativo de reunificação no seio do tocoismo, trazendo vários dos sectores desavindos para a Direcção Central (entretanto rebaptizada Direcção Universal). Também lidera uma transformação dramática no seio da igreja, construindo uma catedral no bairro do Golfe em Luanda (ver imagem), proclamando a vocação universal da igreja e trazendo para a mesma muita juventude angolana, nomeadamente através da promoção (em curso ou completados) de projectos de acção social e educativa (escolas, Universidade Tocoista, Rádio Tocoista, Fundo Social, etc.) e intervenções humanitárias no âmbito de desastres naturais ou de outra ordem.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Dj GBraulio com sua marca


aka meu nigga Dj GB elaborou a sua marca k em breve estará registada também em tshirt's e boné. + um produto da C. of B Music Records. aka The Question.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

síntese informal C of B do dia 21


Noticias de primeira da hora aos 20 de Setembro de 2012.. A C of B Music Records aka The Question teve como visitas Daniel Chefe Swagger…do S. Paulo. Presença agradável e significante falamos de projectos e trabalho.

Acordados para sua realização do seu 2º Vídeo Clip… marcado para o dia o próximo dia 7 de Outubro de 2012.


A mais uma invasão de privacidade publica ao a relento a C of B Music Records vai realizar um grande SHOW DE HIP HOP no dia 14 de Outubro de 2012. com a presença de grandes RAP’S, GANGSTR’S, NIGG’S E M.c’s.

Com a abertura do GRUPO TEATRAL Charles Mendes Art…   

sábado, 15 de setembro de 2012

Geodinâmica Interna - Metamorfismo


Geodinâmica é o ramo da geologia que se ocupa de estudar as manifestações dinâmicas do interior de planetas telúricos, como a Terra, que afectam especialmente a crosta e a superfície.
O dinamismo da Terra provém das interacções entre os agentes de geodinâmicainterna e os agentes de geodinâmica externa. A reciclagem dos materiais rochosos(ciclo litológico), por exemplo, devese à acção dos agentes de geodinâmica interna e externa.

Os fenómenos que ocorrem na superfície terrestre são estudados pela geodinâmica externa ou geografia física. Esta ciência inclui diversas especialidades como a meteorologia, a hidrologia, a oceanografia, a geomorfologia, a fisiografia, agraciaria e a limnologia.
  
METAMORFISMO
Metamorfismo é o conjunto de processos geológicos que leva à formação das rochas metamórficas. Esses processos envolvem transformações físicas e químicas sofridas pelas rochas, quando submetidas ao calor e à pressão do interior da Terra. Estas alterações ocorrem no estado sólido, pois a pressão é superior à temperatura.

Ambientes Geológicos

Os locais onde ocorre a génese dos diferentes tipos de rochas devem reunir determinadas características que no seu conjunto constituem o ambiente geológico de formação da rocha.

O ambiente magmático caracterizase poraltas temperaturas, situadas entre os 500 e os 1500 oC, o que leva à formaçãode banhos fundidos  magmas , por amplas variações de pressão e, em geral,por variações limitadas na composição química. Na realidade, o magma é, essencialmente, uma solução de silicatos, pelo que a sua composição varia entre limites muito mais estreitos do que a existente em outros ambientes.

O ambiente sedimentar é caracterizado por temperaturas baixas e moderadas,no geral compreendidas entre os 0 e os 40 oC. A pressão, que é a atmosférica,é praticamente constante. Contudo, este ambiente apresenta grandevariabilidade na composição química. Os materiais que originam os sedimentospodem ter as mais diversas composições,  que podem ter origem magmática,metamórfica e mesmo sedimentar.

O ambiente metamórfico abrange uma grande variabilidade de pressões etemperaturas. As temperaturas, no entanto, não atingem valores tão elevadoscomo no magmatismo. Em geral não ultrapassam os 800 oC. O metamorfismoocorre em meios essencialmente sólidos.

Factores De Metamorfismo

O metamorfismo compreende uma série de processos que têm lugar no interior da crosta terrestre e que provocam alterações mineralógicas, químicas e estruturais nas rochas preexistentes quando sujeitas a condições físico-químicas diferentes das que as originaram. As rochas metamórficas devem as suas características a diversos factores, dos quais os mais importantes são:  a composição das rochas pré existentes e que experimentam fenómenos de metamorfismo, a temperatura e a pressão durante o processo de metamorfismo, e os efeitos dos fluidos de circulação.
 
Composição das rochas preexistentes

Durante os processos de metamorfismo, em geral, não ocorre a adição de novos elementos ou compostos químicos. Contudo, a composição mineralógica das rochas metamórficas é condicionada pela composição química das rochas preexistentes.
Por exemplo, muitas rochas metamórficas apresentam grande teor de sílica, o que indica que as rochas preexistentes eram também ricas em sílica.

Uma rocha basáltica metamorfizada pode apresentar nos novos minerais, no seu conjunto, cerca de 50% de sílica e percentagens de óxidos de ferro, magnésio,cálcio e alumínio resultantes da rocha anterior.
Por outro lado, um calcário, composto essencialmente por calcite (CaCO3), nãopode, ao ser metamorfizado, originar uma rocha com sílica.

Temperatura 
Um mineral é estável se, durante um determinado tempo, não reage ou não setransforma num novo mineral ou substância. Todos os minerais são estáveis dentrode determinados intervalos de temperatura. Alguns minerais são estáveis entreamplos intervalos de temperatura. O quartzo, se não estiver associado com outrosminerais, é estável, em condições normais de pressão atmosférica, até àtemperatura de cerca de 800 oC. A altas pressões, o quartzo também se mantêmestável a altas temperaturas. Outros minerais são estáveis quando a temperaturase mantém num intervalo de somente 100 a 200 oC.
Pelo conhecimento do intervalo de temperatura em que o mineral se mantémestável, os geólogos podem deduzir a temperatura de metamorfismo da rocha ondese inclui o mineral.
Os minerais estáveis a altas temperaturas têm tendência a ser menos densos que os minerais quimicamente idênticos estáveis a baixas temperaturas. Quando a temperatura aumenta, os iões vibram com mais intensidade nos seus locais da estrutura cristalina. Se o calor resultante dessas vibrações é também significativo,os iões separam-se e a substância torna-se líquida.

O calor é importante porque as altas temperaturas aumentam a velocidade dasreações. Devido às taxas de reacção, o metamorfismo raramente ocorre a temperaturas inferiores a 200 oC, mesmo que os minerais possam ser instáveis a esta temperatura. O limite superior da temperatura durante o metamorfismo corresponde à temperatura de fusão parcial da rocha. Se a fusão parcial ocorre, a componente fundida forma um magma e a parte sólida remanescente é uma rocha metamórfica. As temperaturas a que as rochas magmáticas e metamórficas podemco existir varia consideravelmente. Para uma rocha ultramáfica contendo  mineraisferromagnesianos, a temperatura pode ser superior aos 1000 oC; para um granito ou riólito, sob alta pressão na presença de vapor de água, pode ser inferior a700 oC.
As fontes de calor para o metamorfismo são o gradiente geotérmico, a fricção, asplumas quentes do manto, a radioatividade e o calor transferido das formações magmáticas próximas.

Pressão

Os minerais são sensíveis à pressão. Se os átomos de um cristal forem submetidos a pressões muito elevadas, as ligações entre os átomos podem quebrarse. Osátomos reorganizamse em novos minerais que são estáveis quando submetidos aaltas pressões. Muitos minerais são mais sensíveis à variação da temperatura que àvariação da pressão. Contudo, a pressão também desempenha um importante papel no metamorfismo.
Normalmente, quando falamos de pressão, referimonos à pressão confinada,também designada pressão geostática, que é a pressão que se distribui igualmentepor toda a superfície do corpo que se encontra situado a maior ou menorprofundidade.
Um mineral que tenha cristalizado em condições de alta pressão tende a ocuparmenos espaço que os minerais que não tenham sido formados nessas condições. Adensidade dos minerais está relacionada com a pressão.
Além da pressão confinada ou geoestática, outro tipo de pressão atua, adenominada pressão diferencial, orientada ou dirigida, que é diferente nas diferentesdireções do objeto sujeito à sua ação.

A pressão diferencial influencia fortemente a textura das rochas metamórficas porque força os constituintes das rochas a tornaremse paralelos uns aos outros. Oalinhamento paralelo característico das rochas denominase foliação. A foliação das rochas pode manifestarse de diferentes maneiras. As texturas das rochas metamórficas são variações da foliação e são importantes na sua classificação. Pode falar em textura gnéissica, xistosa, etc.

Fluidos de circulação

A água na forma de vapor é, sem dúvida, o mais importante fluido envolvido nos processos metamórficos. Outros gases, tais como dióxido de carbono, também desempenham um papel importante. A água intervém de maneira significativa nas reações químicas metamórficas. Aparentemente, a água a grande pressão força o seu caminho entre os grânulos minerais, dissolve os seus iões e transporta os para qualquer outra parte da rocha onde podem reagir com os iões de um outro mineral. O novo mineral formado é estável nas condições existentes durante a sua génese.A água permite uma tranferência de iões no interior da rocha.Um outro fator importante no metamorfismo é o tempo, o que nem sempre é fácil de compreender. Muitas rochas metamórficas são compostas por minerais silicatados, e os com postossilicatados são caracterizados pela sua lenta taxa de reacção química. Recentemente, o estudo de granadas revelou que a sua taxa de crescimento foi de1,4 milímetros por milhão de anos. Muitos laboratórios têm visto frustradas as suas experiências para obter reações metamórficas, em virtude do fator tempo. Os vários milhões de anos durante as quais uma específica combinação de temperatura e pressão prevaleceu são impossíveis de repetir nos laboratórios.

 

 

Tipos de metamorfismo

§                    Metamorfismo regional: as rochas pré-existentes não são modificadas por um aumento de pressão superior ao aumento de temperatura e de tensões não-litostáticas. O metamorfismo regional está relacionado com limites convergentes, onde se verificam altas temperaturas e pressões. Algumas rochas deste tipo de metamorfismo são a ardósia, o filito, o micaxisto e a gnaisse.
§                    Metamorfismo de contacto: está directamente relacionado com as intrusões magmáticas. Como estão a temperaturas muito elevadas, causam uma instabilidade nos minerais das rochas envolventes à inclusão magmática. Essa instabilidade vai levar ao rearranjo estrutural dos minerais, formando novas ligações químicas, formando, então, novos minerais. Exemplos: corneana, quartzito e mármore.
§                    Metamorfismo dinâmico: desenvolve-se em faixas longas estreitas nas adjacências de falhas ou zonas de cisalhamento
§                    Metamorfismo por soterramento: está geralmente associado com bacias sedimentares formadas na margem de distensão das placas.
§                    Metamorfismo hidrotermal: resulta da percolação de águas quentes ao longo de fraturas e espaços intergranulares das rochas.
§                    Metamorfismo de impacto: desenvolve-se em locais submetidos ao impacto de grandes meteoritos
§                    Metamorfismo de fundo oceânico: Metamorfismo que ocorre junto às ridges meso-oceânicas, sendo fatores essenciais a temperatura e o fluido.



CONCLUSÃO

Concluímos   que a Geodinâmica Interna e seus subtemas no ramo da geologia se dedica ao estudo do conjunto de fenómenos que ocorrem na Terra e as suas consequências.
Quanto ao Metamorfismo é o conjunto de processos geológicos que leva à formação das rochas metamórficas.

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