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The Question

Luanda Angola

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A memoria e a inteligência


INTRODUÇÃO

Psicologicamente a memória é aquela que recebe as informações de entrada captadas pelos olhos, ouvidos, etc. a inteligência é nada mais que o conhecimento recebido pelo homem, o que podemos chamar de raciocínio, e utilizado por ele através do que chamamos de memória.














































DESENVOLVIMENTO

Inteligência e a Memoria

Podemos dizer que o raciocínio, é a velocidade com que o ser humano recebe o conhecimento. Já a memória é o tempo que o conhecimento pode ser guardado na mente humana.
A inteligência é uma característica do ser humano. É a capacidade global do indivíduo para pensar racionalmente e agir no seu ambiente e inclui todas as habilidades da mente. Por isso são muitas as competências intelectuais que adquirimos ao longo da vida. Dentre elas estão, a expressão e a compreensão verbal, o manuseio de objectos, a flexibilidade de pensamento, a criatividade, o raciocínio lógico, a formação de conceitos abstractos, a formação de opinião, a indução, a inferência, a capacidade de estimativa, de julgamento, a de lidar com números, atenção, percepção e memória.
 Assim a inteligência pode ser definida também como a maneira como nós pensamos sobre algo e como conhecemos as coisas, nossa habilidade para apreender significados, fatos e verdades, lembrar de experiências, entender o mundo social, as regras, entender também a si mesmo e a maneira de governar a vida. Inteligência significa nossos processos mentais, é considerada a base da aprendizagem e envolve a memória.
Todas as capacidades que adquirimos desde a infância e na adolescência vão se aperfeiçoando ao longo da vida e seu ápice ocorre na vida adulta. A inteligência muda ao longo da vida. Mudanças que ocorrem nos comportamentos, geram outros comportamentos que costumamos chamar de inteligentes. Cada vivência do mesmo tipo de situação, leituras, conversas e desafios experienciados são actualizados e ou reformulados a todo o momento, o que implica o crescimento de nosso conhecimento de mundo, nossos conhecimentos episódicos, linguísticos, procedurais (agir em situações particulares), etc... Por isso é que inteligência é uma construção, o mundo não nos é dado pronto e acabado, construímos o nosso mundo. E essa construção sofre influência das nossas convicções, crenças, atitudes diante da situação, bem como de todos os nossos conhecimentos prévios armazenados, por isso é que envolve memória.

            Os comportamentos inteligentes são expressos de várias formas. Desempenhos intelectuais são formas particulares e preferidas de processar informações, mas vão além de processar informações. São nossos estilos de pensamento, nossos esquemas mentais, ou modelos mentais, scripts, estratégias e competências que se traduzem em inúmeras inteligências:



Tipos de inteligência
A inteligência criativa refere-se à actividade inventiva, a capacidade do indivíduo criar algo que não existe para sua sobrevivência, significa ter um pensamento original. A criatividade se exprime de diferentes maneiras e uma das mais importantes na etapa adulta, é a capacidade de dar diferentes respostas perante às situações da vida.
A inteligência tecnológica compreende a utilização de ferramentas para usar no seu ambiente. A inteligência reprodutiva significa saber lidar com esquemas seqüenciais, com algarismos. A inteligência emocional é saber lidar com suas próprias emoções e de outrem e saber orientar pensamentos e ações na vida social, envolve empatia, autoconhecimento, automotivação e autovalorização. Inteligência social é ter capacidade de conhecer as regras sociais, saber como os comportamentos devem ser.
Pesquisadores afirmam que todas as habilidades intelectuais utilizam uma capacidade intelectual geral, mas também recorrem a habilidades especializadas dependendo da tarefa. Existem duas dessas habilidades:
 A inteligência fluída que é a capacidade da pessoa resolver problemas, sobretudo problemas novos. Inclui o raciocínio lógico e a formação de conceitos. É a capacidade de resolver problemas não necessitam de instruções e de fatores sócio-culturais. Seu funcionamento é influenciado por mecanismos biológicos.
A inteligência cristalizada envolve conhecimentos que a pessoa adquiriu durante a vida. A pessoa é capaz de resolver problemas com base em experiências e conhecimentos existentes. Tanto problemas de origem práticas ou morais. É influenciada pelas questões sócio-culturais e podem desenvolver-se com a idade. Podem apresentar progressos. É fruto das nossas práticas culturais. São formas de pensamentos complexos e sofisticados que a pessoa aprimorou ao longo da vida. Podemos chamar de sabedoria.
A sabedoria se desenvolve numa vida rica em estímulos e experiências em associação com elementos motivacionais, sociais e de personalidade. A inteligência cristalizada e a sabedoria dependem da integração de funções biológicas e de experiência sociocultural. O aumento de "estoque" de conhecimento pode facilitar o desempenho intelectual na vida adulta e na velhice.
            A possibilidade de viver uma velhice normal, saudável e alcançar sabedoria é descrita em termos de poder vivê-la bem. Consiste em obter melhores resultados das capacidades que se tem. Porém, envelhecer bem depende das chances do indivíduo usufruir de condições adequadas de educação, urbanização, habitação, saúde e trabalho durante todo o seu curso de vida. É evidente que essa adequação é relativo às estruturas e valores vigentes numa sociedade. Portanto, mudanças no desenvolvimento intelectual na velhice podem ocorrer de modo diferente para diferentes pessoas. Deve-se na medida do possível dar continuidade às habilidades intelectuais ao longo da vida, recuperando os déficits, otimizando os talentos e compensando capacidades para preservar o potencial para o desenvolvimento.


Memória Humana
A memória humana é constituída pela capacidade dos seres humanos de adquirir, conservar e evocar informações através de dispositivos neurobiológicos e da interacção social. Os principais sistemas de memória reconhecidos pela psicologia cognitiva são a memória sensorial, a memória de trabalho (também chamada memória operacional, a memória de curta duração) e a memória de longa duração.Esta última divide-se ainda em memória declarativa (subdividida em memória episódica e memória semântica) e memória de procedimentos.

 

Memória de Trabalho e a Longo Prazo

Para José Lino Bueno, professor do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto,” a memória é um conjunto de procedimentos que permite manipular e compreender o mundo, levando em conta o contexto actual e as experiências individuais, recriando esse mundo por meio de ações da imaginação.”
Existem vários tipos de memórias que se relacionam para formar "a memória" que usamos no dia-a-dia. A memória de trabalho, por exemplo é uma delas, a utilizamos em ocasiões rápidas como por exemplo, quando retemos um número de telefone apenas por tempo suficiente para discarmos. Além da sua baixa capacidade de retenção da informação - alguns segundos ou no máximo poucos minutos - a memória de trabalho é responsável por gerir nossa realidade. Ela também determina se a informação é útil se deve ser realmente armazenada, e ainda verifica se existem outras informações semelhantes em nossos arquivos de memória e, por último, se esta informação deve ser descartada quando já existe ou não possui utilidade.
Já a memória de longo prazo tem o objectivo de formar arquivos e consolidá-los em nossas mentes, e estas informações pode durar de minutos e horas a meses e décadas. São exemplos desse tipo de memória as nossas lembranças da infância ou de conhecimentos que adquirimos na escola. Segundo Bueno “os sistemas de curto e longo prazo de memória estão ligados, transferindo informações continuamente de um para outro. Quando necessário, o conteúdo da memória de longo prazo é transferido para o armazenamento da memória de curto prazo. O sistema de curto prazo ou memória de trabalho recupera as memórias, tanto de curto quanto de longo prazo", afirma.

 

 

Memória sensorial

As memórias sensoriais consideram-se uma espécie de armazéns de informação provenientes dos diversos sentidos que alargam a duração do estimulo. Isto facilita o seu processamento na Memória Operativa. Os armazéns mais estudados os dos sentidos da visão e da audição. O armazém icónico encarrega-se de receber a informação visual. Considera-se um depósito de grande capacidade na qual a informação armazenada é uma representação isomórfica da realidade de carácter puramente físico e não categorizado (ainda que não se tenha reconhecido o objecto). Esta estrutura é capaz de manter 9 elementos aproximadamente, por um intervalo de tempo muito curto -sensivelmente 250 mil segundos. Os elementos que finalmente se transferiram para a Memória Operativa serão aqueles a que o usuário prestará atenção.
O armazém onomatopaico, por sua vez, mantém armazenados os estímulos auditivos até que o receptor tenha recebido a informação suficiente para a poder processar definitivamente na Memória Operativa.

 

Memória operativa (ou memória de curto prazo)

A Memória Operativa (também chamada de curto prazo) é o sistema onde o usuário lida com a informação a partir da qual está interactuando com o ambiente. Apesar desta informação ser mais duradoura que a armazenada nas memórias sensoriais, está limitada a aproximadamente 7±2 elementos durante 20 segundos (spam de memoria) findos os quais é apagada. Esta limitação de capacidade manifesta-se em efeitos de primazia e recência. Quando se apresentam uma lista de elementos a algumas pessoas (palavras, desenhos, acções...) para que sejam memorizados, ao fim de um breve lapso de tempo recordam com maior facilidade aqueles itens que se apresentaram ao princípio (primazia) e no final (recência) da lista, mas não aqueles intermédios. O efeito de primazia diminui com o aumentar da lista, mas o mesmo não se passa com a recência. A explicação que se dá a estes dados é que as pessoas podem repassar mentalmente os primeiros elementos até os armazenar na memória de longo prazo (que se explicará a seguir), à custa de não poder processar os elementos intermédios. Os últimos itens, por sua vez, permanecem na Memória Operativa até finalizar a fase de aprendizagem, pelo que estariam acessíveis na altura de recordar a lista. As funções gerais deste sistema de memória abarcam a retenção de informação, o apoio na aprendizagem de novo conhecimento, a compreensão do ambiente em dado momento, a formulação de metas imediatas e a resolução de problemas. Devido às limitações de capacidade quando uma pessoa realiza uma determinada função as demais não se poderão levar a cabo nesse momento.
A Memória Operativa é formada por vários subsistemas: um sistema supervisor (o Executivo Central), e dois armazéns secundários especializados em informação verbal (o Laço de Articulação) e visual ou espacial (a Agenda Visioespacial). O Executivo Central coordena os recursos do sistema e faz a sua distribuição por diferentes armazéns chamados escravos segundo a função que se pretenda levar a cabo. Centra-se, portanto, em tarefas activas de controlo sobre os elementos passivos do sistema, neste caso os armazéns de informação.
O Laço Articulatório, por sua vez, encarrega-se do armazenamento passivo e manutenção activa de informação verbal falada. O primeiro processo faz com que a informação se perca num breve lapso de tempo, sendo que o segundo (repetição) permite refrescar a informação temporal. Mais ainda, é responsável pela transformação automática da linguagem apresentada de forma visual até à sua forma fonológica (processo que se referiu anteriormente no apartado de percepção), pelo que na prática processa a totalidade da informação verbal. Isto demonstra-se quando se trata de recordar uma lista de letras apresentadas de forma visual ou auditiva: em ambos os casos uma lista de palavras de som semelhante é mais difícil de recordar do que uma em que estas não sejam tão parecidas. Assim, a capacidade de armazenamento do Laço Articulatório não é constante como se acreditava (o clássico 7 ±2), antes diminui à medida que as palavras a recordar são maiores. Finalmente, a Agenda Visioespacial é o armazém do sistema que trabalha com elementos de carácter visual ou espacial. Como o anterior, a sua tarefa consiste em manter este tipo de informação. A capacidade de armazenamento de elementos na Agenda Visioespacial sai afectada – tal como no Laço Articulatório - pela semelhança dos seus componentes, sempre e quando não seja possível traduzir os elementos ao seu código verbal (p.e. porque o Laço Articulatório esteve ocupado com outra tarefa). Assim, será mais difícil recordar um pincel, un bolígrafo e um lápis que um livro, um balão e em lápis.

Investigou-se como a limitação de recursos da Memória Operativa afecta a execução de várias tarefas simultâneas. Nas investigações deste tipo pede-se às pessoas que realizem uma tarefa principal (p.e. escrever um artigo) e de outra secundaria (p.e. escutar uma canção) ao mesmo tempo. Se a tarefa principal se realizar pior que quando se realiza sozinha, pode-se constatar que ambas tarefas repartem recursos. Em linhas gerais, o rendimento em tarefas simples piora quando estas requerem a participação de um mesmo armazém secundário (p.e. escrever um texto e estar atento ao que se diz na canção) mas não quando os exercícios se levam a cabo de forma separada nos dois armazéns ou subsistemas (p.e. escutar uma notícia e ver umas imagens de televisão). Quando a complexidade das tarefas aumenta e se requer o processamento de informação controlado pelo Executivo Central a execução em ambas as tarefas diminui de velocidade mas não piora.
Também se demonstrou que as pessoas de mais idade mostram pior rendimento nas tarefas que requerem o uso do componente do executivo central da memória de trabalho. Pelo contrário, as tarefas que precisem da parte fonética não serão tão afectadas pela variável idade. No entanto, actualmente esta questão não é pacífica.

 

 

 
































Memória de Longo Prazo

Este armazém faz referência ao que geralmente se entende por memória, a estrutura na qual se armazenam recordações, conhecimento acerca do mundo, imagens, conceitos, estratégias de actuação, etc. É um armazém de capacidade ilimitada (ou desconhecida) e contém informação de natureza distinta. Considera-se como a “base de dados” na qual se insere a informação através da Memória Operativa, para se poder posteriormente fazer uso dela.
Uma primeira distinção dentro da Memória de Longo Prazo (MLP), é a que se estabelece entre Memória Declarativa e Procedimental. A Memória Declarativa é aquela em que se armazena informação sobre acções, sendo que a Memória Procedimental serve para armazenar informação baseada em procedimentos e estratégias que permitem interactuar com o meio ambiente, mas que se posta em marcha tem lugar de maneira inconsciente ou automática, resultando praticamente impossível a sua verbalização.

 

Classificação por tipo de informação

Memoria procedimenta - Pode-se considerar como um sistema de execução, implicado na aprendizagem de tipos distintos de habilidades que não estão representadas como informação explícita sobre o mundo. Pelo contrário, estas activam-se de modo automático, como uma sequência de pautas de actuação, perante os pedidos de uma tarefa. Consistem numa série de reportórios motores (dactilografar, utilizar o rato...) ou estratégias cognitivas (programar numa linguagem conhecida por parte do usuário, efectuar um cálculo) que levamos a cabo de modo inconsciente.

A aprendizagem destas habilidades acontece de modo gradual, principalmente através da execução da retro alimentação que se obtenha desta; de facto, também podem influir as instruções (sistema declarativo) ou por imitação. O grau de desenvolvimento destas habilidades depende da quantidade de tempo empregue na sua prática, bem como do tipo de treino que se leve a cabo. Como prevê a lei da prática, nos primeiros ensaios a velocidade de execução sofre um rápido incremento exponencial que vai diminuindo de ritmo conforme aumenta o número de ensaios de prática. A aprendizagem de uma habilidade implica que esta se realize optimamente sem demandar demasiados recursos de atenção que podem estar em uso com outra tarefa ao mesmo tempo. A dita habilidade levar-se-à a cabo de maneira automática.
A unidade que organiza a informação armazenada na Memória Procedimental é a regra de produção que se estabelece em termos de condição-acção, sendo a condição uma estimulação externa ou uma representação desta na memória operativa; e a acção considera-se uma modificação da informação na memória operativa ou no ambiente. As características desta memória são importantes chegada a hora de desenvolver uma série de regras que ao aplicarem-se permitam obter uma boa execução de uma tarefa.

 

Memoria declarativa - A memória declarativa contém informação que se refere ao conhecimento sobre o mundo e experiências vividas por cada pessoa (memoria episódica), bem como informação referida ao conhecimento geral, melhor referido a conceitos extrapolados de situações vividas (memoria semântica). Ter em conta estas duas subdivisões da Memória Declarativa é importante para entender de que modo a informação está representada e é recuperada de uma forma distinta.

A distinção de Memoria Semântica da conta de um armazém de conhecimentos acerca dos significados das palavras e as relações entre estes significados, ao constituir uma espécie de dicionário mental, mostra que a Memória Episódica representa eventos ou sucessos que reflectem detalhes da situação vivida e não somente o significado.
A organização dos conteúdos na Memória Episódica está sujeita a parâmetros espacio-temporais, ou seja, os eventos que se recordam representam os momentos e lugares em que se apresentaram. De facto, a informação representada na Memória Semântica segue uma pauta conceptual, de maneira a que as relações entre os conceitos se organizem em função do seu significado.
Outra característica que diferencia ambos tipos de representação refere-se a que os eventos armazenados na Memória Episódica são aqueles que foram explícitamente codificados, sendo que a Memória Semântica possui uma capacidade inferencial e é capaz de manejar e gerar nova informação que nunca se havia apreendido explícitamente, mas que se havia implícita nos seus conteúdos (entender o significado de uma nova frase ou de um novo conceito).









CONCLUSÃO
Depois de algumas investigações feitas sobre a Memoria e a Inteligência Humana conclui que; a memória é um conjunto de procedimentos que permite manipular e compreender o mundo, levando em conta o contexto actual e as experiências individuais, recriando esse mundo por meio de acções da imaginação. A  inteligência é formalmente responsável pela capacidade de pensar logicamente e resolver problemas em novas situações.

formação pedagógica


INTRODUÇÃO

Até hoje, a formação pedagógica é vista por muitos - até mesmo pelos próprios pedagogos - como pertinente apenas para professores de ensino básico e fundamental. Mas esta concepção está mudando, e muitas universidades já adoptam assessorias pedagógicas, workshops e cursos que ajudam os docentes a criarem novas metodologias de ensino, melhorar o relacionamento com os alunos, e aprimorar sua didáctica.

























DESENVOLVIMENTO
Formação
Formação profissional ou Formação no seu contexto geral significa conjunto de actividades que visam a aquisição de conhecimentos, capacidades, atitudes e formas de comportamento exigidos para o exercício das funções próprias de uma profissão ou grupo de profissões em qualquer ramo de actividade económica. É portanto uma metodologia que difere da "Educação" no sentido em que se especializa na experiência profissional e é voltada para a aquisição de competências profissionais.
É também o conjunto de qualificação acumulada por uma pessoa relativo ao seu papel produtivo na sociedade. A formação pode ser feita de várias formas e tem como objectivo dar a conhecer ou actualizar os conhecimentos do indivíduo acerca de um tema. O senso comum tende a juntar as noções de formação, aprendizado e educação, que vem do simples fato de transmitir o conhecimento. Mesmo esses conceitos sendo intercalados precisamos distinguí-los.
Como forma de diferenciar a formação inicial à profissional temos a divisão de:
§                     Formação inicial: correspondente ao ensino escolar e universitário, levando a um nível de formação que determinará qual profissão um indivíduo será capaz de exercer.
O Processo Ensino e Aprendizagem, a acção cultural do educador em intervir e/ou de transmitir tecnicamente "o conhecimento", de forma sedutora, significativa e em comunhão com a realidade social, o perfil e a história de vida do educando, o conhecimento e a informação e a dimensão cognitiva do educando ao perceber, aprender, apreender e se apropriar de forma crítico-reflexiva do conhecimento e das informações transmitidas pela percepção pessoal de observador ou de sujeito da intervenção formativo-educativa da qual foi sujeito, a sua acomodação junto aos conhecimentos anteriormente existentes e sua capacidade de aplica-los à realidade social vivido-compartilhada enquanto ser social e cidadão. Logo, o sujeito da Pedagogia é o ser humano enquanto educando. O pedagogo não possui quanto ao seu objeto de estudo um conteúdo intrinsecamente próprio, mas um domínio próprio (a educação), e um enfoque próprio (o educacional), que lhe assegurara seu caráter científico. Como todo cientista da área sócio-humana, o pedagogo se apóia na reflexão e na prática para conhecer o seu objeto de estudo e produzir algo novo na sistemática mesma da Pedagogia. Tem ele como intuito primordial o refletir acerca dos fins últimos do fenômeno educativo e fazer a análise objetiva das condições existenciais e funcionais desse mesmo fenômeno.
CONCLUSÃO

Concluímos que, por muito tempo, foi considerado que bastava o professor ter competência técnica e uma boa qualificação em termos de conteúdo - título de doutorado, ser um pesquisador actuante, publicar muitos artigos científicos ou ser um profissional renomado no mercado - para ser considerado capaz de dar aulas o que é muito pelo contrario no que hoje nota-se que a educação como prática humana e social naquilo que modifica os indivíduos e os grupos em seus estados físicos, mentais, espirituais e culturais. Portanto, o pedagogo estuda o processo de transmissão do conteúdo da mediação cultural. No entanto, o surgimento de dificuldades no aprendizado do aluno fazem da formação pedagógica uma necessidade latente ou referido como algo implícito, que tem um potencial determinado numa acção futura.


corrente continua


O que é um campo magnético que circula através de um condutor rectilíneo?
A Corrente Contínua CC (DC) é um fluxo constante das Cargas Eléctricas de um Potencial alto para baixo. Na Historia da ciência da electricidade, uma Corrente convencional é definida como um fluxo de Cargas Positivas.
O circuito de Corrente Continua é um circuito cuja Corrente Eléctrica flui apenas numa só direcção. O CC encontra-se em muitas aplicações de tensão baixa, especialmente nas aplicações que utilizam Bateria. A maioria dos circuitos electrónicos requer uma fonte de alimentação CC.
O que é um campo magnético de uma corrente eléctrica continua que circula através de uma aspiral circular?
Uma espira circular é percorrida por uma corrente elétrica contínua, de intensidade constante. Quais são as características do vetor campo magnético no centro da espira?
a) É constante e perpendicular ao plano da espira.  
b) É constante e paralelo ao plano da espira.
c) No centro da espira é nulo. 
d) É variável e perpendicular ao plano da espira. 
e) É variável e paralelo ao plano da espira.

1-(PUC-BA) Uma espira circular é percorrida por uma corrente elétrica contínua, de intensidade constante. Quais são as características do vetor campo magnético no centro da espira?
a) É constante e perpendicular ao plano da espira.          b) É constante e paralelo ao plano da espira.
c) No centro da espira é nulo.                                          d) É variável e perpendicular ao plano da espira.
e) É variável e paralelo ao plano da espira.

O que é um campo magnético de uma corrente continua que circula através de uma bobina?
é a Constante de Tempo, e mais rápido é o armazenamento de energia e a descarga de energia pela Bobina, e vice-versa.

O que é um electroíman?
O eletroímã é um dispositivo que utiliza corrente elétrica para gerar um campo magnético, semelhantes àqueles encontrados nos ímãs naturais. É geralmente construído aplicando-se um fio elétrico espiralado ao redor de um núcleo de ferro,aço, níquel ou cobalto ou algum material ferromagnético.
Quando o fio é submetido a uma tensão, o mesmo é percorrido por uma corrente elétrica, o que gerará um campo magnético na área a este aspecto, espira através da Lei de Biot-Savart. A intensidade do campo e a distância que ele atingirá a partir do eletroímã dependerão da intensidade da corrente aplicada e do número de voltas da espira.






O que é um campo magnético dos imanes? 
Externamente, as forças de atração magnética de um imã manifestam-se com maior intensidade nas suas extremidades. Por isso, asextremidades dos ímanes são denominadas de polos magnéticos.
Cada um dos polos apresenta propriedades magnéticas específicas. Eles são denominados de polo sul e polo norte.
Uma vez que as forças magnéticas dos ímanes são mais concentradas nos polos, é possível concluir que a intensidade dessas propriedades decresce para o centro do íman.
Na região central do íman, estabelece-se uma linha onde as forças de atração magnética do polo sul e do polo norte são iguais e se anulam. Essa linha é denominada de linha neutra é, portanto, a linha divisória entre os polos do íman.

O que é um campo magnético da terra?
R: O campo magnético da Terra é formado pela gigantesca magna liquida de materiais metálicos existentes no centro da Terra, e que estabelece com o exterior atmosférico uma linha de orientação geo-magnética e electromagnética de norte-sul, com o nosso planeta. Cria um escudo que nos protege da radiação solar directa, e caso fosse destruido ou perdido a hidroesfera secaria e toda a diversidade ecologica morreria, inclusive a humanidade.
O campo magnético terrestre assemelha-se a um dipolo magnético com seuspólos próximos aos pólos geográficos da Terra. Uma linha imaginária traçada entre os pólos sul e norte magnéticos apresenta uma inclinação de aproximadamente 11,3º relativa ao eixo de rotação da Terra. A teoria do dínamo é a mais aceita para explicar a origem do campo. Um campo magnético, genericamente, se estende infinitamente. Um campo magnético vai se tornando mais fraco com o aumento da distância da sua fonte. Como o efeito do campo magnético terrestre se estende por várias dezenas de milhares de quilómetros, no espaço ele é chamado demagnetosfera da Terra.

Cuca



Importância dos fosseis


INTRODUÇÃO
Os fósseis são restos de seres vivos ou vestígios de actividades biológicas (ovos, pegadas, etc.) preservados nos sistemas naturais. Entende-se por "sistemas naturais" aqueles contextos em que o processo de preservação não resulta da acção antrópica, podendo o fóssil ser preservado em sedimentos, rochas, gelo, piche, âmbar, solos, cavernas, etc.






















A importância dos Fosseis na Datação do Terreno
Os fósseis são uma importante ferramenta para os geólogos e biólogos. Através do estudo dos fósseis os geólogos são capazes de identificar o paleoambiente gerador das rochas sedimentares bem como sua idade relativa, o movimento dos continentes, a variação do clima da Terra etc. A indústria do petróleo, em todo o mundo, utiliza-se também das informações oferecidas pelos fósseis para encontrar óleo, gás natural, etc.
Por outro lado, os biólogos, que procuram entender como surgiu a grande diversidade de organismos, utilizam os fósseis nos seus estudos evolutivos. O entendimento dos processos que controlaram a evolução e dispersão dos organismos por toda Terra são úteis para a compreensão de temas como o surgimento da vida, surgimento de novas espécies, crises biológicas etc.
Preservam-se como moldes do corpo ou partes do próprio ser vivo, seus rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino fossilis que significa "desenterrado" ou "extraído da terra". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, iniciada com os trabalhos de Georges Cuvier.
A geração de fósseis, ao contrário do que se poderia supor, é um fenómeno corriqueiro e que ocorre frequentemente. O registo fóssil contém inúmeros vestígios fossilizados dos mais variados organismos do passado geológico da Terra. Tudo pode fossilizar, até mesmo os restos orgânicos mais delicados e perecíveis. Contudo, a preservação de matéria orgânica ou de restos esqueléticos delicados, uma vez que estes se decompõem e são destruídos rapidamente, requer condições de fossilização fora do comum que, por serem especiais, ocorrem na natureza mais raramente. Daí que fósseis de restos destes tipos não sejam frequentes.
Pelo contrário, a preservação de partes esqueléticas biomineralizadas, mais duras e resistentes à decomposição e à erosão, tais como dentes, conchas, carapaças e ossos, é bem mais frequente e, por isso, a esmagadora maioria do registo fóssil é constituída por fósseis deste tipo de restos biológicos. Em qualquer das circunstâncias, para que os restos de um qualquer organismo fossilizem, é fundamental que estes sejam rapidamente cobertos por um material que os preserve, geralmente sedimento.
Somente os restos ou vestígios de organismos com mais de 11.000 anos são considerados fósseis. Este tempo, calculado pela última glaciação, é a duração estimada para a época geológica do Holoceno ou Recente. Quando os vestígios ou restos possuem menos de 11.000 anos, são denominados de subfósseis.
Segundo outros autores, pelo contrário, um fóssil é todo e qualquer resto ou vestígio de organismos do passado preservado em contexto geológico, independentemente da sua idade. De acordo com estes paleontólogos, fixar uma qualquer data para se poder considerar se algo é ou não um fóssil é arbitrário. Por outro lado, sendo o Holocénico (menos de 10.000 anos) parte do registo geológico, os restos orgânicos contidos em rochas holocénicas deverão ser considerados fósseis. Ou seja, o que determina o fóssil é a ocorrência conjunta de um resto identificável com origem biológica num contexto geológico, independentemente do seu tipo e da sua idade.

Importância

A informação sobre a vida do passado geológico (como eram os organismos do passado, como viviam, como interagiam com o meio, comoevoluiu a vida ao longo do tempo) está contida nos fósseis e na sua relação com as rochas e os contextos geológicos em que ocorrem. O mundo biológico que hoje conhecemos é o resultado de milhares de milhões de anos de evolução. Assim, só estudando pale ontologicamente o registo fóssil - o registo da vida na Terra - é possível entender e explicar a diversidade, a afinidade e a distribuição geográfica dos grupos biológicos actuais. E este tipo de estudo, tornou-se viável, através dos trabalhos de Georges Cuvier, que mediante à aplicação de suas leis da Anatomia Comparada, comprovou o fenómeno da extinção e da sucessão biótica. Ao possibilitar as reconstruções paleontológicas de seres que apresentavam seu registo fóssil fragmentado, por exemplo um único osso, Georges Cuvier, abriu caminho para posteriores elaborações de seqüências evolutivas, que deram suporte às teorias sobre a evolução orgânica.
Com base no princípio de que "o presente é a chave do passado", enunciado por Charles Lyell, partindo do conhecimento dos seres vivos actuais e ainda de seu estudo biológico, é possível extrapolar-se muita informação sobre os organismos do passado, como o modo de vida, tipo trófico, de locomoção e de reprodução, entre outros, e isso é fundamental para o estudo e a compreensão dos fósseis.
A partir dos fósseis, uma vez que eles são vestígios de organismos de grupos biológicos do passado que surgiram e se extinguiram em épocas definidas da história da Terra, pode fazer-se a datação relativa das rochas em que ocorrem e estabelecer correlações (isto é, comparações cronológicas, temporais) entre rochas de locais distantes que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero. O estudo dos fósseis e a sua utilização como indicadores de idade das rochas são imprescindíveis, por exemplo, para a prospecção e exploração de recursos geológicos tão importantes como o carvão e o petróleo.

 

Tipos de fósseis

Existem dois tipos básicos de fósseis: os somatofósseis e os icnofósseis.
§                     Somatofóssil: Fóssil de restos somáticos (isto é, do corpo) de organismos do passado. Por exemplo, fósseis de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos, etc.
§                     Icnofóssil: Fóssil de vestígios de actividade biológica de organismos do passado. Por exemplo, fósseis de pegadas, de marcas de mordidas, de ovos (da casca dos ovos), de excrementos (os coprólitos), secreções urinárias (urólitos), de túneis e de galerias de habitação, etc.
Os fósseis – somatofósseis e icnofósseis – podem ocorrer sob a forma de diversos produtos dos processos de fossilização que ocorrem após o enterramento dos restos esqueléticos ou dos vestígios de actividade orgânica. Os mais frequentes são as mineralizações (incluindo as permineralizações),  os moldes e as incarbonizações.

Mumificação ou conservação

A mumificação é o mais raro processo de fossilização. Pode ser:
§                     Total - quando o ser vivo é envolvido por uma substância impermeável (por exemplo: resina, gelo) que impede a sua decomposição.
§                     Parcial - quando as formações duras (carapaças, conchas, etc) de alguns organismos permanecem incluídas nas rochas por resistirem à decomposição.
Mineralização
Este processo, também denominado de petrificação, consiste literalmente na substituição gradual dos restos orgânicos de um ser vivo por matéria mineral, rocha, ou na formação de um molde desses restos, mantendo com alguma perfeição as características do ser. Ocorre quando o organismo é coberto rapidamente por sedimento após a morte ou após o processo inicial de deterioração. O grau de deterioração ou decomposição do organismo quando recoberto, determina os detalhes do fóssil, alguns consistem apenas em restos esqueléticos oudentes; outros fósseis contêm restos de pele, penas ou até tecidos moles. Uma vez coberto com camadas de sedimentos, as mesmas compactam-se lentamente até formarem rochas, depois, os compostos químicos podem ser lentamente trocados por outros compostos. Ex.: carbonato por sílica.
Moldagem
Consiste no desaparecimento total das partes moles e duras do ser vivo, ficando nas rochas um molde das suas partes duras. O molde pode ser:
§                     Molde externo - quando a parte exterior do ser vivo desaparece deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram.
§                     Molde interno - os sedimentos entram no interior da parte dura e quando esta desaparece fica o molde da parte interna.

Marcas
É o tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos, uma vez que é o mais fácil e simples de ocorrer. Exemplos de marcas podem ser: pegadas e ovos de animais.

 

Moldes e traços de fósseis

Um molde de fóssil é formado por fluidos infiltrados que dissolvem os restos de um organismo, criando um buraco na rocha . Se esse buraco for preenchido com mais minerais, é chamado de molde fóssil. Se o enterro do organismo for rápido, são grandes as chances de que até mesmo as impressões de tecidos moles permaneçam. Traços fósseis são os restos de caminhos, enterros, pegadas, ovos, conchas, ninhos e fezes . Estes últimos, chamados coprólitos, podem fornecer uma ideia do comportamento alimentício do animal, tendo assim, grande importância.

 

Fósseis em resina

Fósseis conservados em resina são um exemplo de mumificação (ou conservação). Animais menores, como insectos, aranhas e pequenos lagartos, quando presos em resina ou âmbar, que é segregado por certas árvores, ficam praticamente intactos por milhares de anos. Estes fósseis podem ser encontrados em rochas sedimentares, assim como os demais tipos de fósseis. Âmbar é uma substância resinosa e aromática, com consistência de cera rija, que foi produzida por uma espécie extinta de pinheiro.

Pseudofósseis

Os chamados "pseudofósseis" (do grego pseudós, falso + fóssil) não são fósseis, não devem ser tratados como fósseis, nem incluídos em classificações paleontológicas ou em textos sobre fósseis. São designados "pseudofósseis" (ou seja, literalmente, "falsos fósseis") apenas por serem objectos geológicos que fazem lembrar estruturas orgânicas fossilizadas.
O exemplo mais típico de pseudofósseis são as dendrites, precipitações inorgânicas de minerais que fazem lembrar "fósseis" de plantas.

 

Fóssil vivo

"Fóssil vivo" é um termo informal, frequentemente utilizado em textos não científicos (de divulgação) e em manuais escolares, para designar organismos pertencentes a grupos biológicos actuais que são os únicos representantes de grupos que foram bem mais abundantes e diversificados no passado geológico da Terra. Por essa mesma razão, os organismos apelidados de "fósseis vivos" apresentam, frequentemente, aspectos morfológicos muito similares aos dos seus parentes mais antigos preservados sob a forma de fósseis no registo geológico.
Os "fósseis vivos" não são "espécies" que não evoluíram, não são organismos "parados no tempo". São organismos distintos do passado, pertencendo a espécies distintas das representadas no registo fóssil, mas com as quais são directamente aparentados e, portanto, morfologicamente muito similares.
Um exemplo típico de "fóssil vivo" são os peixes da espécie actual Latimeria chalumnae. Até à descoberta destes peixes nos mares do Oceano Índico, em 1938, os Coelacanthiformes (grupo biológico a que Latimeria chalumnae pertence) só eram conhecidos do registo fóssil.
Outro exemplo famoso é o das árvores da espécie Ginkgo biloba que não têm parentes próximos entre as plantas da actualidade, mas que pertencem a um grupo biológico (as Ginkgoales) que foi muito abundante e diversificado desde o Pérmico ao Paleocénico.
Outros organismos frequentemente apelidados de "fósseis vivos" são, por exemplo, os organismos das espécies Ennucula superba, Lingula anatina, um braquiópode inarticulado, o tuatara, o caranguejo-ferradura Limulus polyphemus e os organismos do género Nautilus.

 

Tafonomia

A Tafonomia do grego tafós (sepultamento) + nómos (lei) é a disciplina paleontológica que se ocupa do estudo dos processos de transferência dos restos e dos vestígios biológicos (ou melhor, da informação biológica) da Biosfera do passado para a Litosfera do presente. Ou seja, a Tafonomia estuda os processos de formação dos fósseis, desde o momento em que um dado resto ou vestígio biológico é produzido até que o encontramos, fossilizado, no registo fóssil. 




CONCLUSÃO
Depois de algumas investigações sobre a importância dos Fosseis na datação do Terreno, conclui que; Fósseis são restos ou vestígios preservados de animais, plantas ou outros seres vivos em rochas, como moldes do corpo ou partes deste, rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino "fossilis" que significa "ser desenterrado". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia. A fossilização raramente ocorre porque a matéria orgânica dos seres vivos tende a ser rapidamente decomposta. Logo, para que um organismo seja fossilizado, os restos devem ser cobertos por sedimentos o mais rápido possível. Existem diferentes tipos de fósseis e diferentes processos de fossilização.


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