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Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho

Olá meu Povo este é o teu e nosso Cantinho, fale sobre ele para mais pessoas.

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The Question

Luanda Angola

quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Teoria de Charles Darwin


INTRODUÇÃO
Charles Robert Darwin nascido aos 12 de fevereiro de 1809 Charles foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.

























DESENVOLVIMENTO
A Teoria de Charles Darwin

Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos a bordo do brigue HMS Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural. Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir ideias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.
Jean-Baptiste Lamarck ( 1744-1829 ), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia zoológica.
Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais:
Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. 
Lei da transmissão dos caracteres adquiridos : alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes.
Lamarck utilizou vários exemplos para explicar sua teoria. Segundo ele, as aves aquáticas tornaram-se pernaltas devido ao esforço que faziam no sentido de esticar as pernas para evitarem molhar as penas durante a locomoção na água. A cada geração, esse esforço produzia aves com pernas mais altas, que transmitiam essa característica à geração seguinte. Após várias gerações, teriam sido originadas as atuais aves pernaltas.
A teoria de Lamarck não é aceita atualmente, pois suas ideias apresentam um erro básico: as características adquiridas não são hereditárias.
Verificou-se que as alterações em células somáticas dos indivíduos não alteram as informações genéticas contida nas células germinativas, não sendo, dessa forma, hereditárias.

A teoria de Darwin
Charles Darwin ( 1809-1882 ), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente.
Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo:
·                  Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, indenticos entre si.
·                  Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
·                  O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
·                  Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
·                  Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
·                  Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
·                  Assim , ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.
A teoria sintética da evolução
A Teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo foi formulada por vários pesquisadores durante anos de estudos, tomando como essência as noções de Darwin sobre a seleção natural e incorporando noções atuais de genética. A mais importante contribuição individual da Genética, extraída dos trabalhos de Mendel, substituiu o conceito antigo de herança através da mistura de sangue pelo conceito de herança através de partículas: os genes.
A teoria sintética considera, conforme Darwin já havia feito, a população como unidade evolutiva. A população pode ser definida como grupamento de indivíduos de uma mesma espécie que ocorrem em uma mesma área geográfica, em um mesmo intervalo de tempo.
Para melhor compreender esta definição , é importante conhecer o conceito biológico de espécie: agrupamento de populações naturais, real ou potencialmente intercruzantes e reprodutivamente isolados de outros grupos de organismos.
Quando, nesta definição, se diz potencialmente intercruzantes, significa que uma espécie pode ter populações que não cruzem naturalmente por estarem geograficamente separadas. Entretanto, colocadas artificialmente em contato, haverá cruzamento entre os indivíduos, com descendentes férteis. Por isso, são potencialmente intercruzantes.
A definição biológica de espécie só é valida para organismos com reprodução sexuada, já que, no caso dos organismos com reprodução sexuada, já que, no caso dos organismos com reprodução assexuada, as semelhanças entre características morfológicas é que definem os agrupamentos em espécies.
Observando as diferentes populações de indivíduos com reprodução sexuada, pode-se notar que não existe um indivíduo igual ao outro. Execeções a essa regra poderiam ser os gêmeos univitelínicos, mas mesmo eles não são absolutamente idênticos, apesar de o patrimônio genético inicial ser o mesmo. Isso porque podem ocorrer alterações somáticas devidas á ação do meio.
A enorme diversidade de fenótipos em uma população é indicadora da variabilidade genética dessa população, podendo-se notar que esta é geralmente muito ampla.
A compeensão da variabilidade genética e fenotípica dos indivíduos de uma população é fundamental para o estudo dos fenômenos evolutivos, uma vez que a evolução é, na realidade, a transformação estatística de populações ao longo do tempo, ou ainda, alterações na frequência dos genes dessa população. Os fatores que determinam alterações na frequência dos genes são denominados fatores evolutivos. Cada população apresenta um conjunto gênico, que sujeito a fatores evolutivos , pode ser alterado. O conjunto gênico de uma população é o conjunto de todos os genes presentes nessa população. Assim , quanto maior é a variabilidade genética.
Os fatores evolutivos que atuam sobre o conjunto gênico da população podem ser reunidos duas categorias:
- Fatores que tendem a aumentar a variabilidade genética da população:mutação gênica, mutação cromossônica , recombinação; 
- Fatores que atuam sobre a variabilidade genética jás estabelecida : seleção natural, migração e oscilação genética.
A integração desses fatores associada ao isolamento geográfico pode levar, ao longo do tempo, ao desenvolvimento de mecanismos de isolamento reprodutivo, quando, então, surgem novas espécies.

Darwin, Mendel e a genética

Gregor Mendel foi o primeiro cientista a explicar os mecanismos da hereditariedade em um experimento sobre cruzamento de ervilhas publicado em 1866. Com os seus estudos, Mendel comprovou que as características eram determinadas por pares de elementos, herdados de cada um dos genitores e que passavam de uma geração a outra de forma particulada, ou seja, esses elementos permaneciam intactos . Apesar de sua grande relevância, esse trabalho teve pouco impacto na época e passou desapercebido aos estudiosos da evolução por quase meio século, incluindo o próprio Darwin. Com a redescoberta dos trabalhos de Mendel no início do século XX, os elementos envolvidos na herança foram denominados genes e a disciplina que estuda a hereditariedade passou a ser chamar genética.
Os primeiros geneticistas, no entanto, não acreditavam na eficácia da seleção natural como mecanismo evolutivo, mas sim da mutação, que era mais compatível com a herança mendeliana na época. Com isso, no início do século XX, a genética mendeliana e a evolução darwiniana eram incompatíveis, contribuindo para o "eclipse do darwinismo"[. Enquanto as ideias de Darwin se baseavam em fundamentos erróneos e não testados sobre hereditariedade, como a herança por mistura ou de caracteres adquiridos, as conclusões de Mendel eram fundadas em experimentação cuidadosa. Os trabalhos de Mendel e Darwin só puderam ser reconciliados nos anos de 1930 e 1940 com a chamada Síntese Moderna , que se baseou nos fundamentos da genética de populações desenvolvidos nas décadas anteriores.

Darwin encontrou uma resposta para o problema de como gêneros divergem ao fazer uma analogia com as ideias de divisão de trabalho na indústria. Variedades especializadas de um gênero, ao encontrarem nichos nos quais sua especialização é mais útil, forçariam a diversificação em espécies. Ele experimentou com sementes, testando a sua habilidade de sobreviver à água salgada, para determinar se uma espécie poderia se transferir para uma ilha isolada pelo mar. Ele também passou a criar pombos para testar a sua hipótese de que a seleção natural era comparável à "seleção artificial" usada por criadores de pombos.
Foi então que, na primavera de 1856, Lyell leu um artigo sobre a introdução de espécies escrito por Alfred Russel Wallace, um naturalista trabalhando no Bornéo. Ciente da similaridade entre este trabalho e o de Darwin, Lyell pressionou Darwin para que publicasse o quanto antes a sua teoria, de forma a estabelecer precedência. Apesar de sua doença, Darwin iniciou o livro de três volumes intitulado "Seleção Natural" ("Natural Selection"), obtendo espécimes e informações de naturalistas como Asa Gray e o próprio Wallace. Em dezembro de 1857, quando trabalhava em seu livro, Darwin recebeu uma carta de Wallace perguntando se ele se aprofundaria na questão das origens do homem. Ciente dos temores de Lyell, Darwin respondeu: "Eu acho que irei evitar completamente este assunto, uma vez que ele é rodeado de preconceitos, embora eu admita que este é o maior e mais interessante problema para um naturalista". Ele então encorajou Wallace a teorizar sobre o tema, dizendo "não há observações boas e originais sem especulação". Quando o seu manuscrito já alcançava 250 mil palavras, em junho de 1858, Darwin recebeu de Wallace o artigo em que aquele descrevera o mecanismo evolutivo que concebera. Wallace também solicitara a Darwin que o enviasse a Lyell. Darwin assim o fez, embora estivesse chocado que ele tivesse sido "prevenido" do fato. Embora Wallace não tivesse solicitado a publicação, Darwin se ofereceu para enviar o artigo a qualquer revista que ele desejasse. Ele descreveu o que se passava para Lyell e Hooker. Estes concordaram em uma apresentação conjunta na Lynnean Society, em 1 de julho, do artigo intitulado "Sobre a Tendência das Espécies de formarem Variedades; e sobre a Perpetuação das Variedades e Espécies por Meios Naturais de Seleção" (On the Tendency of Species to form Varieties; and on the Perpetuation of Varieties and Species by Natural Means of Selection). Infelizmente, o filho caçula de Darwin faleceu e ele não pôde comparecer à apresentação.

O anúncio inicial da teoria atraiu pouca atenção. Ela foi mencionada brevemente em algumas resenhas, mas para a maioria dos revisores era apenas mais uma entre muitas variações de pensamento evolutivo. Nos treze meses seguintes Darwin sofreu com sua saúde precária e fez um enorme esforço para escrever um resumo de seu "grande livro sobre espécies". Recebendo constante encorajamento de seus amigos cientistas, ele finalmente terminou o texto e Lyell cuidou para que o mesmo fosse publicado por John Murray. O livro recebeu o título "Sobre a origem das espécies por meio de seleção natural" (On the Origin of Species by Means of Natural Selection) e, quando foi colocado à venda em 22 de novembro de 1859, esgotou o estoque de 1250 cópias rapidamente. Naquela época, o termo "evolucionismo" implicava criação sem intervenção divina e, por isso, Darwin evitou usar as palavras "evolução" ou "evoluir", embora o livro terminasse anunciando que "um número incontável das mais belas e maravilhosas formas evoluíram e estão evoluindo". O livro só mencionava brevemente a ideia de que seres humanos também deveriam evoluir tal qual outros organismos. Darwin escreveu de forma propositadamente atenuada que "luz será lançada no tocante à origem do homem e sua história".

CONCLUSÃO
Depois de algumas investigações feitas sobre a Teoria de Charles Darwin concluímos que várias teorias evolutivas surgiram, destacando-se, entre elas, as teorias de Lamarck e de Darwin. Atualmente, foi formulada a Teoria sintética da evolução, também denominada Neodarwinismo, que incorpora os conceitos modernos da genética ás idéias essenciais de Darwin sobre seleção natural.


























BIBLIOGRAFIA

Este trabalho é fruto ou base de extração da Internet.
Pagina Web

Google + Wikipédia Enciclopédia livre.
Diciopédia 2004, Porto Editora
http://facultyweb.cortland.edu/~ANDERSMD/ERIK/crit.HTML

Ficha Técnica
Elaborado por: The Question & Johny
Áudio: C. of .B Music E-mail: mmrealizacoes@hotmail.com
+244 - 915078844
Luanda, Angola
2012.































Vida e Obra de Dom Alexandre Cardeal do Nascimento



INTRODUÇÃO
Dom Alexandre Cardeal do Nascimento nasceu em Malange aos 1 de Março de 1925 é um cardeal católico angolano.




















DESENVOLVIMENTO
Vida e Obra de Dom Alexandre Cardeal do Nascimento
Dom Alexandre do Nascimento Foi ordenado padre em 1952. Logo depois, tornou-se professor de Teologia Dogmática no Seminário Maior de Luanda. Quando começou a guerra civil angolana, em 1961, exilou-se em Lisboa, de onde voltaria dez anos depois.
Foi ordenado bispo em 31 de Agosto de 1975, na Diocese de Malanje. Em 1977, foi nomeado Arcebispo de Lubango, sendo elevado a cardeal em 2 de Fevereiro de 1983 pelo Papa João Paulo II. Durante esse período, serviu como administrador apostólico da Diocese de Ondjiva, de 1977 a 1986.
Foi arcebispo de Luanda de 16 de Fevereiro de 1986 a 23 de janeiro de 2001, quando resignou-se. Atualmente é arcebispo-emérito da mesma arquidiocese. No último conclave, para a escolha do Papa Bento XVI, participou como cardeal não-votante, já que tinha mais de 80 anos na época.
Foi, também, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, entre 1990 e 1997. Em 1982, foi feito refém por guerrilheiros, sendo libertado 2 dias depois.
De 1965 a 1970, o homem que primou sempre pelo patriotismo, tolerância, solidariedade, paz e reconciliação nacional, muito cedo começou a trilhar os caminhos da intelectualidade e da religião. D. Alexandre do Nascimento licenciou-se em Direito Civil pela Universidade Clássica de Lisboa (1965 – 1970) e, de 1953 a 1961, foi professor de Teologia Dogmática, no Seminário Maior de Luanda. Criador da Universidade Católica de Angola e magno chanceler da mesma, o cardeal Alexandre do Nascimento foi o autor do projecto sobre a Lei da Nacionalidade, apresentada em Nakuru, Quénia, por uma delegação chefiada, na altura, pelo primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto.
Por nomeação de D. Moisés Alves Pinho, o religioso exerceu a função de pregador da Sé Catedral, de 1956 a 1961, ano em que a autoridade politica portuguesa o forçou a fixar residência em Lisboa. Depois do seu regresso ao país, em 1971, foi nomeado juiz-presidente do Tribunal Eclesiástico de Luanda, sendo, um ano depois, inscrito na Ordem dos Advogados. Durante as suas funções como bispo da diocese de Malanje, de 1975 a 1977, Alexandre do Nascimento procurou encorajar os cristãos sob a pressão revolucionária.

Foi arcebispo do Lubango em 1986, sendo depois nomeado para exercer a mesma função em Luanda, onde, entre outros factos, restaurou o Seminário Maior, as igrejas de São Joaquim , Nossa Senhora dos Remédios, da Nazaré e Nossa Senhora da Muxima. Transferiu ainda a Sé Catedral para a Igreja de Jesus, promoveu especialmente a Pastoral Familiar e fundou vários centros de assistência materno-infantil e apoiou a iniciativa de assistência alimentar aos necessitados dos hospitais.
D. Alexandre do Nascimento desempenhou, até 1997, vários cargos, com destaque para os de presidente da Comissão Jurídica da Caritas Internacional e da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST). Convidado formalmente, o cardeal angolano testemunhou os acontecimentos históricos de Bicesse (Portugal) e de Lusaka (Zâmbia).
Em Julho de 1999, a convite da família Kennedy, esteve nos Estados Unidos da América, onde contactou altos responsáveis da Igreja Católica e de universidades, assim como foi recebido pelo então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.
No campo literário, o cardeal Alexandre do Nascimento é autor de muitas obras, nomeadamente Do homem sem fé – suas possibilidades e Limites – Segundo Francisco Suarez, Sobre o belo e a Moral, Como Li o Livro de Rute, A Experiência Constitucional da Itália Moderna (1968), Escritos Pastoral I e II, Do Conceito Da Civilização e suas Incidências, Caminhos da Esperança e Livro de Ritmos fazem igualmente parte das obras lançadas pelo cardeal dom Alexandre do Nascimento.
Em 2006 lançou a obra literária Minhas origens e aprendizagens, que retrata a sua infância e juventude, bem como os seus estudos no seminário. O líder religioso possui condecorações do Governo da República de Santo Domingos, do Senegal, “Cavaleiro de Grande Cruz da Ordem dos Santos Maurício e Lazaro”.
No dia 17 de Janeiro de 2000 foi-lhe atribuído, em Portugal, o título de Doutor “Honoris Causa” pela Universidade Clássica de Lisboa, por proposta da Faculdade de Direito, onde foi aluno de 1965 a 1970.




Obras e Poesias
Obras publicadas, entre as quais

ü     Do Homem sem Fé –
ü     Suas possibilidades e limites –
ü     Segundo Francisco Suarez” (ensaio);
ü     Sobre o Belo e a Moral –
ü     Carta aos novos”; “Como li o Livro de Rute
ü     Comentário exegético” (1981);
ü     A experiência constitucional da Itália moderna” (1968);
ü     Caminhos de Esperança” (1992);
ü     Livro de Ritmos” (poesia) 
ü     Discursos e Imagens” (2002).

Na Polónia florida e na terra dos Bascos
Na terra dos Teutões e na Tíndari dos Sículos,
Na Suíça polida e na Itália gentil,
Em muita outra parte, é pura verdade
Que é como preta que a Virgem veneram.

Bem sei que Murillo o impossível pintou,
E que Velasquez, o divino, de Rafael é rival.
Quem não viu em Madrid, quem não viu em Florença,
Milagres de pintura, assombros de cor?
Mas vê como passa essa turba fastienta
Diante de um retábulo de tanto requinte!
Parece sonâmbula, pensa noutra coisa,
Tem o sorriso frio de gente sabedora:
É gente erudita que leu Kant, conhece Espinosa...
Do que não suspeita, por certo, é que tem
a alma defunta...

Outra coisa é este meu povo, este povo sofredor
Gente do "mato" e do chimbeco em Luanda,
- A Velha Mutudi, a tia Ximinha;
Gente que ri, porque sabe o que é chorar;
Gente que cumprimenta, porque sabe o que é desprezo,
Gente que reza e finge zanga à Senhora.
Mas é certo e seguro, nem posso duvidar
Que tem amor, muito amor consigo esta gente.
Há nela essa fé que o Senhor diz fazedora de milagres.

Entre a Virgem do céu e este povo que sofre
Há funda amizade, há infinda ternura
Por isso eu não me rio, nem estranho sequer
Quando vejo gritar, simular grande zanga
Se tarda o milagre, ó Virgem Senhora!

Elas sabem como tomar-Te, entendem-Te tão bem!
Como roçam as mãos e os rostos também
No Teu manto bendito, bendita Mãe!
Pois é este povo que não estranha
Que sejas branca e também sua Mãe!
Mas sou eu quem Te faz a pergunta:
Porquê és assim?
Preta bem preta, nas terras dos brancos,
Branca bem branca na terra dos pretos!
- Não vês, meu filho, que vos quero lembrar
Que sois todos meus, meus pequeninos?
Assim vos não esqueçais que brancos ou pretos
Tendes a vossa Mãe que também é Morena:
Branca muito branca, na terra dos Pretos,
Preta bem preta, na terra dos Brancos:
O que conta para mim não é a cor,
Basta-me o coração: "Muxima!".

Na Polónia florida e na terra dos Bascos
Na terra dos Teutões e na Tíndari dos Sículos,
Na Suíça polida e na Itália gentil,
Em muita outra parte, é pura verdade
Que é como preta que a Virgem veneram.

Bem sei que Murillo o impossível pintou,
E que Velasquez, o divino, de Rafael é rival.
Quem não viu em Madrid, quem não viu em Florença,
Milagres de pintura, assombros de cor?
Mas vê como passa essa turba fastienta
Diante de um retábulo de tanto requinte!
Parece sonâmbula, pensa noutra coisa,
Tem o sorriso frio de gente sabedora:
É gente erudita que leu Kant, conhece Espinosa...
Do que não suspeita, por certo, é que tem
a alma defunta...

Outra coisa é este meu povo, este povo sofredor
Gente do "mato" e do chimbeco em Luanda,
- A Velha Mutudi, a tia Ximinha;
Gente que ri, porque sabe o que é chorar;
Gente que cumprimenta, porque sabe o que é desprezo,
Gente que reza e finge zanga à Senhora.
Mas é certo e seguro, nem posso duvidar
Que tem amor, muito amor consigo esta gente.
Há nela essa fé que o Senhor diz fazedora de milagres.

Entre a Virgem do céu e este povo que sofre
Há funda amizade, há infinda ternura
Por isso eu não me rio, nem estranho sequer
Quando vejo gritar, simular grande zanga
Se tarda o milagre, ó Virgem Senhora!

Elas sabem como tomar-Te, entendem-Te tão bem!
Como roçam as mãos e os rostos também
No Teu manto bendito, bendita Mãe!
Pois é este povo que não estranha
Que sejas branca e também sua Mãe!
Mas sou eu quem Te faz a pergunta:
Porquê és assim?
Preta bem preta, nas terras dos brancos,
Branca bem branca na terra dos pretos!
- Não vês, meu filho, que vos quero lembrar
Que sois todos meus, meus pequeninos?
Assim vos não esqueçais que brancos ou pretos
Tendes a vossa Mãe que também é Morena:
Branca muito branca, na terra dos Pretos,
Preta bem preta, na terra dos Brancos:
O que conta para mim não é a cor,
Basta-me o coração: "Muxima!".






CONCLUSÃO
Conclui que Dom Alexandre Cardeal do Nascimento nasceu em Malange aos 1 de Março de 1925.
E o Cardeal D. Alexandre do Nascimento comemora esta terça-feira, o seu octogésimo sexto aniversário, dos quais 61 dedicados à actividade religiosa. Homem incansável na valorização do povo angolano.




















BIBLIOGRAFIA


Este trabalho é fruto ou base das seguintes fonte:

www. Wikipedia.livre



segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sobre a Descoberta do Novo Planeta


INTRODUÇÃO
Com base o tema (A descoberta do novo planeta); o novo planeta, Kepler 22-b, é maior do que a Terra, mas desconhece-se ainda a sua composição.
A NASA confirmou a existência de um planeta na zona orbital habitável do sistema planetário Kepler 22, a 600 anos-luz da Terra, no qual poderá haver condições para a formação de água em estado líquido.























DESENVOLVIMENTO
O Novo Planeta
Kepler-22b é o primeiro exoplaneta confirmado que orbita na zona habitável de uma estrela semelhante ao Sol, de acordo com a Sonda Espacial Kepler daNASA. A descoberta foi anunciada em 5 de dezembro de 2011. Está a 600 anos-luz de distância da Terra, tem 2,4 vezes o raio da Terra e orbita a estrela classe G Kepler-22 a cada 289 dias.
Até agora, sua massa e a composição de sua superfície permanecem desconhecidas. Se o planeta tiver uma densidade semelhante à da Terra, então a massa será de aproximadamente 13,8 (2,43) Terras, enquanto sua gravidade na superfície será de 2,4 vezes a da Terra. A distância de Kepler-22b para sua estrela é cerca de 15% menor que a distância da Terra ao Sol. Sua órbita possui cerca de 85% da largura da órbita da Terra.
A produção de luz da estrela de Kepler-22b é cerca de 25% menor que a do Sol. A combinação de uma menor distância de sua estrela e uma menor produção de luz da estrela é consistente com uma temperatura moderada na superfície do planeta. Cientistas estimam que a temperatura média na superfície do planeta seja de aproximadamente 22 ºC (72 ºF).
A zona orbital habitável é a região perto de uma estrela que tem as temperaturas adequadas para que exista água líquida, principal componente da vida no 'planeta azul'.
O novo planeta, Kepler 22-b , detetado pela sonda com o mesmo nome, é maior do que a Terra mas desconhece-se ainda a sua composição.
Para os cientistas, no entanto, está cada vez mais próxima a descoberta de um planeta parecido com a Terra. O Kepler 22-b orbita em 290 dias uma estrela semelhante ao Sol, ainda que mais pequena e fria.

À procura de planetas-irmãos


           
Lançada em março de 2009, a sonda Kepler tem por missão procurar planetas-irmãos da Terra suscetíveis de ter vida, observando mais de cem mil estrelas parecidas com o Sol.
Durante dois anos foram identificados 2326 candidatos a planetas, dos quais 207 com um tamanho aproximado da Terra e 680 com dimensões maiores.
Em maio, o Centro francês de Investigação Científica anunciou que um dos planetas que orbita a estrela-anã Gliese 581 poderá revelar-se 'habitável', com um clima propício à presença de água líquida e de vida.
Já em agosto, astrónomos suíços confirmaram a existência de um outro exoplaneta (planeta fora do sistema solar) em zona orbital habitável, o HD 85512b .
Tecnologia espacial – Novo planeta  com características semelhantes às da Terra foi descoberto em uma “zona habitável”. Puxa vida, ele é bem bonito e com cores parecidas com as da Terra! Será que tem algum tipo de vegetação? Saiba mais sobre o novo planeta Kepler-22b…
A NASA (Agência Espacial Norte-Americana)anunciou segunda-feira a descoberta de um novo planeta nomeado Kepler-22b, na “Zona habitável”. Zona habitável é a região que nem fica muito perto de uma estrela (Ex: Sol), nem muito longe, propiciando temperaturas razoáveis, e que pode permitir a existência de água líquida.
A localização de Kepler-22b fica a 600 anos-luz de distância da Terra, foi bom para os cientistas aprenderem mais ainda sobre essa área intergalática. Quem sabe estamos mais perto de encontrar um planeta que poderia abrigar vida, heim?
Douglas Hudgins, cientista do programa Kepler, disse em um comunicado assim:  ”Este é um marco importante no caminho para encontrar gémeo da Terra”. “Os resultados de Kepler vão continuar a demonstrar a importância das missões científicas da Nasa, que visam responder a algumas das maiores questões sobre o nosso lugar no universo.”

 

 

 

 

 

 

Características semelhantes ao planeta Terra

O novo planeta Kepler-22b(nome Kepler do planeta é homenagem Johannes Kepler, astrônomo alemão) tem várias características semelhantes à Terra, que coisa:
  • A sua temperatura é de cerca de 72 graus Fahrenheit;
  •  Seu raio é 2,4 vezes da o Terra;
  • O planeta orbita a sua estrela por completo, semelhante ao nosso planeta com nosso Sol;
  • A cada 290 dias, apenas 75 dias antes de um ano da Terra.
Superfície Vesta como vinha chamado
“O asteróide Vesta é diferente de qualquer outro asteróide”, disse o cientista da missão co-Vishnu Reddy do Instituto Max Planck para Pesquisas do Sistema Solar, na Alemanha.  A maioria dos asteróides se assemelham a batata, mas Vesta é mais como um abacate com o seu núcleo de ferro, disse Reddy.

Asteróides

Os asteróides são restos deixados após o nascimento do sistema solar, mais ou menos a 4,5 bilhões de anos atrás, média do tempo que tem a formação dos planetas rochosos, inclusive a Terra. Estudar asteróides pode nos oferecer pistas sobre como nosso sistema planetário começou. David Williams, da Arizona State University considera Vesta um “corpo de transição” entre planetas rochosos e os milhares de asteróides flutuando entre Marte e Júpiter.
Quando a missão Dawn chegou a Vesta, os cientistas acharam que a superfície abrigaria um vulcão. Mesmo tendo montes em Vesta, os pesquisadores disseram que não há evidências de fluxo de lava ou depósitos vulcânicos. Isso tem virado um mistério. Williams disse que é possível a materiais vulcânicos são enterrados, por isso a equipa vai continuar a procurar.
As nova descoberta do planeta Kepler foram apresentadas em uma reunião da União Geofísica Americana em San Francisco.

CONCLUSÃO
Depois de algumas investigações feitas sobre a descoberta do novo planeta conclui que; com está descoberta, sobe para três o número de planetas fora do sistema solar em zona orbital habitável.
Segundo as agências internacionais de notícias, é a primeira vez que a agência espacial norte-americana (NASA) confirma a existência de um planeta numa zona orbital habitável fora do sistema solar.


















BIBLIOGRAFIA

Este trabalho e base das seguintes fontes:






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