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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

porquê estudar a Demografia


INTRODUÇÃO
A demografia tem como objectivo analisar os seguintes dados populacionais: crescimento demográfico, emigração, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, expectativa de vida, distribuição populacional por áreas, faixas de idade, entre outros. A Demografia é uma área da ciência geográfica que estuda a dinâmica populacional humana. Cujo seu objecto de estudo engloba as dimensões, estatísticas, estrutura e distribuição das diversas populações humanas. Estas não são estáticas, variando devido à natalidade, mortalidade, migrações e envelhecimento.



















DESENVOLVIMENTO
Porquê Estudar a Demografia
Demografia é uma ciência, relacionada à Geografia, voltada para o estudo da população. A demografia utiliza a Estatística para organizar e analisar os diferentes aspectos de uma população. O termo “demografia” foi usado pela primeira vez em 1855 por Achille Guillard no livro intitulado “Élements de statistique humaine ou demographie comparée”. Seu objectivo é estudar a estrutura da população, seu arranjo espacial ou forma como a população está distribuída no meio físico (urbano, rural) e sua composição, que pode ser estudado levando-se em consideração a faixa etária, o sexo, ou outras características da população.
A importância do estudo da demografia consiste no fato da população ser um elemento político essencial que caracteriza uma sociedade e que, conseqüentemente, tornam-se necessários compreender a fim de tornar possível o planejamento econômico, social, cultural ou político.
A demografia possui quatro abordagens diferentes que variam de acordo com o foco de estudo:
A abordagem histórica que tem por objetivo estudar a evolução dos acontecimentos demográficos ao longo do tempo pesquisando suas causas e tentando prever as conseqüências.
A abordagem doutrinária que se ocupa da análise da teoria através dos estudos das idéias e obras de filósofos, pensadores e pregadores no tocante à população.
A abordagem analítica, que por sua precisão matemática é a mais importante tecnicamente, pelo fato de fornecer dados indispensáveis sobre determinados acontecimentos.
E, por fim, abordagem política, que apoiada em todas as outras abordagens, tenta formular políticas demográficas adequadas ao bem-estar da sociedade.
A análise demográfica centra-se também nas características de toda uma sociedade ou um grupo específico, definido por critérios como a Educação, a nacionalidade, religião e pertença étnica.
No século XIX, mais precisamente no ano de 1855, Achille Guillard em seu livro Eléments de Statistique Humaine ou Démographie Comparée (Elementos de Estatística Humana ou Demografia Comparada), usou pela primeira vez o termo demografia.
A demografia estendeu-se além do campo da antropologia. Principalmente na segunda metade do século XX, muitos estudos voltaram-se ao estudo da demografia de animais e de plantas.

 

Significado: Demo- povo; Grafia- estudo, ou seja, Demografia é o estudo do povo/população. A demografia é um estudo que engloba desde estudos individuais e dependentes até projetos do governo em relação à população, como o IDH. Ao definir sua política (governo) tem duas opções: estimular ou dificultar novos nascimentos. Medidas como complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, podem ser chamadas natalistas, pois estimulam o aumento da taxa de natalidade. Por outro lado, quando o governo sobretaxa o imposto para pais que têm mais filhos ou desenvolve políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, está optando por uma política antinatalista.
No caso do governo brasileiro, as políticas demográficas sempre foram bastante ambíguas. Oficialmente nenhum governo adotou uma política antinatalista, o que pode ser explicado pela intensa influência dos valores católicos e pela idéia, que por muito tempo dominou o governo e a opinião pública, de que era necessário ocupar o vazio demográfico do interior do país. No entanto, a postura natalista, na prática, nunca foi eficiente no Brasil. O que na realidade vem ocorrendo é que a própria realidade social brasileira vem funcionando como um excelente método antinatalista. Ao encontrarem grande dificuldade na criação dos filhos devido à falta de creches e escolas públicas de qualidade; ao se depararem com o alto índice de desemprego e os salários baixos; ao se sentirem encurralados pelos altos gastos comhabitação, transporte, segurança e alimentação nas grandes cidades; os brasileiros se encarregam de diminuir drasticamente sua quantidade de filhos.
Para se ter uma idéia, a velocidade com que ocorreu a diminuição das taxas de natalidade no Brasil só é comparável a de países que adotaram rígidos programas de controle demográfico, como a China, por exemplo. O problema fica por conta da falta de educação quanto ao método anticoncepcional a ser adotado e sobretudo pela falta de educação sexual.
Outros fatores se referem aos métodos naturais contraceptivos como por exemplo a lavagem vaginal após o coito, coisa que é pouco conhecida, pouco divulgada e ou realizada após as relações sexuais na maioria dos mais necessitados. Falta de informações sobre períodos mais férteis das mulheres também é coisa só para as pessoas das classes média ou classe alta. As classes sociais mais desprivilegiadas são as que mais se reproduzem e as que mais se utilizam dos recursos públicos para a fazer os partos, alimentar as crianças lactentes, alimentar as crianças em idade escolar (merendas escolares), consumo de remédios e consultas médicas gratuitas, creches populares dos estados e prefeituras, enfim o descontrole da natalidade ocorre praticamente apenas nas classes mais baixas e pobres da população e não existe uma política de esclarecimento devido à forte interferência dos conceitos religiosos muito presentes em tudo o que se refere ao controle da natalidade humana.
A população está em explosão demográfica desde a revolução industrial que começou na Inglaterra no século XIX, na primeira metade desse mesmo século. Apresenta-se de seguida a evolução da população mundial:[3]
§                     1 a 2 bilhões de pessoas entre 1804 a 1927 - 123 anos se passaram.
§                     2 a 3 bilhões de pessoas entre 1927 a 1960 - 33 anos se passaram.
§                     3 a 4 bilhões de pessoas entre 1960 a 1975 - 15 anos se passaram.
§                     4 a 5 bilhões de pessoas entre 1975 a 1987 - 12 anos se passaram.
§                     5 a 6 bilhões de pessoas entre 1987 a 1999 - 12 anos se passaram.
A análise da progressão da população humana indica que esta está crescendo cada vez mais lentamente (atualmente 1.15% ao ano) e prevê-se que estabilize nos 10 bilhões por volta do ano 2200.
A população mundial é de cerca de 6991 milhões de pessoas.
Do ponto de vista demográfico, as populações podem ser abordadas segundo quatro critérios diferentes, cada qual com técnicas próprias: (1) abordagem histórica, que tem por objeto a evolução dos fenômenos demográficos ao longo do tempo e pesquisa as causas e conseqüências dos fatos populacionais com o método das ciências históricas; (2) abordagem doutrinária, que analisa as idéias de pensadores, pregadores ou filósofos, em matéria de população; (3) abordagem analítica, tecnicamente a mais importante,  que por meio de processos matemáticos e estatísticos colige os dados brutos indispensáveis e os analisa, ajusta e corrige; e (4) abordagem política, que, apoiada nos elementos obtidos pelos métodos históricos, doutrinários e analíticos, formula políticas demográficas adequadas ao bem-estar nacional.
Demografia histórica. Na pré-história, a população era tanto mais escassa quanto mais remota. Pequenas hordas de seis a trinta membros vagueavam por áreas imensas à cata de alimentos. Pode-se dizer que, há cerca de vinte mil anos, o total da população mundial caberia numa cidade moderna de tamanho médio. Com a agricultura, no período neolítico, deu-se a primeira expansão demográfica (sétimo milênio a.C.), materializada no aumento da densidade e multiplicação das aldeias, durante o processo de dispersão populacional.
Além disso, a revolução urbana do quarto milênio a.C. também contribuiu para o adensamento da população. Na antiguidade oriental, os dados são escassos e aleatórios. O Egito teria atingido sete  milhões de habitantes antes da invasão persa. A Babilônia, em seu apogeu, seria uma cidade de 300.000 almas. Israel teria contado com 350.000 habitantes, no máximo. A Pérsia de Xerxes talvez tenha tido 18 milhões, enquanto a China da dinastia Han cerca de setenta milhões. Essas cifras estavam sujeitas a flutuações consideráveis, pois todos os estados antigos e medievais eram extremamente sensíveis a freqüentes flagelos demográficos -- guerras, fomes e epidemias.

A Grécia do século V a.C., dividida em pequenas cidades-estados, teria aproximadamente três milhões de habitantes, com cerca de 200.000 na Ática, dos quais talvez sessenta mil em Atenas. Alexandria e Selêucia, as maiores cidades helenísticas, possuiriam de 220.000 a 300.000 habitantes cada uma. Em Roma, houve censos periódicos que registraram, sob o imperador Augusto, quatro milhões de cidadãos romanos, sem contar suas famílias. Na época de Trajano o império teria, no máximo, cerca de sessenta milhões de pessoas, das quais 1,5 milhão em Roma, que se reduziram a 400.000 sob Constantino. A cidade chegou a ficar totalmente vazia, por quarenta dias, no ano 645. Entre os séculos V e VIII houve acentuado declínio demográfico em todo o Ocidente, que só retomou seu crescimento a partir do século XI. A Bizâncio de Justiniano teve talvez um milhão de habitantes, mas só restavam cinqüenta mil quando ao ser tomada pelos turcos.
Na Idade Média, período essencialmente rural, as cidades eram pequenas. Londres, em 1086, tinha 17.850 habitantes; Bruges, no século XIII, 35.000. Em meados do século XIV, antes da peste negra, que dizimou o Ocidente, matando quase a metade da população, Florença tinha 55.000 habitantes; Milão e Veneza, pouco mais de cem mil cada uma; Paris, em 1328, teria cerca de sessenta mil. Colônia teria trinta mil no século XV e Frankfurt, nove mil. Na China de Marco Polo, no entanto, Hangzhou possuía de 1 a 1,5 milhão de habitantes. Ao ser descoberta, a América teria uma população indígena estimada entre 13,4 a 15,6 milhões. Segundo dados da Organização das Nações Unidas de 1953, no período do tráfico negreiro a população do continente foi acrescida de dez milhões de escravos africanos.

O século XVI foi um período de expansão demográfica na Europa, cuja população sofreu flutuações nos cem anos seguintes devido às guerras religiosas. No século XVIII, a expansão se acentuou, particularmente depois da revolução industrial, e adquiriu proporções de verdadeira explosão demográfica nos séculos XIX e XX. Os conhecimentos médicos mais avançados reduziram a mortalidade, e a civilização ocidental passou de predominantemente rural a urbana, o que acarretou profundas modificações socioculturais. De 1820 em diante, emigraram da Europa para outros continentes cerca de setenta milhões de pessoas.
Demografia doutrinária. Muitos povos estudaram a questão da população e formularam a esse respeito as mais diversas soluções e teorias. De modo geral, distinguem-se em demografia duas tendências fundamentais: a populacionista, favorável ao incremento da população, que se considera como dado positivo; e a restritiva, favorável ao controle populacional.
Em 1798, Thomas Robert Malthus, pastor anglicano e economista, publicou anonimamente na Inglaterra um ensaio em que comparava o crescimento populacional ao crescimento dos meios de subsistência. Argumentava que, enquanto a produção de alimentos cresce em progressão aritmética (1:3:5:7:9:...), a população cresce em progressão geométrica (1:2:4:8:16:...), de onde se conclui que, em dado momento, a população seria tão grande que não haveria meios de prover-lhe a subsistência. Malthus propôs limitar a natalidade por meio de casamentos tardios e continência sexual. Seus seguidores sugeriram, em lugar da continência, o uso de métodos anticoncepcionais: são os neomalthusianos, que se reuniram em ligas a partir de 1877, para difundir o planejamento familiar e o emprego de métodos contraceptivos.
As teses de Malthus suscitaram muita polêmica e controvérsias, sobretudo porque a tecnologia moderna aumentou notavelmente a produção de alimentos e a produtividade do setor agropecuário. Opuseram-se a Malthus: (1) a Igreja Católica, que restringe a aplicação de métodos anticoncepcionais, por entender que a procriação e a educação dos filhos são os fins principais do casamento; (2) outros grupos religiosos, como os mórmons, os judeus ortodoxos etc; (3) os socialistas, de Marx a Stalin, por julgarem que a carência de bens de consumo está ligada à distribuição não-equitativa da riqueza própria do regime capitalista; e (4) os modernistas, termo que designa diferentes correntes de pensamento como as otimistas, biológicas, demográficas, econômicas, sociológicas e psicossociais.

Demografia analítica. A abordagem analítica da demografia estabelece a estrutura das populações por idade, sexo e outras variáveis e calcula sua dinâmica (crescimento ou redução), examinando os processos que nela intervêm: natalidade, mortalidade, fenômenos migratórios, nupcialidade, fecundidade etc. Levando em conta determinações biológicas, ecológicas e socioculturais -- higidez ou morbidez das populações, endemias, epidemias, incidência de métodos anticoncepcionais, controle da natalidade em populações urbanas e rurais --, descreve a situação demográfica considerada sob todos esses aspectos, a fim de computar a população de um país e fazer projeções para o futuro.
As estruturas das populações, por idade e sexo, se representam graficamente pelas pirâmides populacionais, nas quais se marcam nas ordenadas as idades e nas abscissas o número de habitantes por idade ou grupo de idades, com mulheres à direita e homens à esquerda. Quanto mais larga a base da pirâmide, mais jovem a população.

A mortalidade é de análise mais simples, pois a morte ocorre sempre para cada pessoa. O risco de morte varia com a idade e o sexo: é máximo no primeiro ano de idade, cai ao mínimo por volta dos 12 anos e torna a subir à medida que a pessoa envelhece. Geralmente os homens morrem mais cedo que as mulheres. De modo geral, a mortalidade se encontra em declínio no mundo inteiro.
A natalidade é um fenômeno mais complexo, pois nem todas as mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) têm filhos e, entre as que os têm, poucas utilizam integralmente sua capacidade biológica de reprodução. As taxas de natalidade, altas nos países subdesenvolvidos, têm apresentado níveis muito baixos nos países industrializados.
Uma população pode apresentar três combinações entre as taxas de mortalidade e natalidade: (1) alta mortalidade e alta natalidade; (2) baixa mortalidade e alta natalidade; e (3) baixas taxas de mortalidade e natalidade. O mundo, até 1820, e os países subdesenvolvidos, até 1900, apresentavam a primeira dessas combinações. No final do século XX, os subdesenvolvidos apresentavam a segunda combinação e os países industrializados, a terceira.













RECENSEAMENTO NA POPULAÇÃO
Os factores principais da dinâmica populacional, são, como se viu, a mortalidade, a natalidade e a dispersão. Tanto a mortalidade quanto a natalidade e o crescimento vegetativo -- diferença entre ambas -- se medem por meio de índices, números relativos dos quais os mais simples são as taxas brutas.
O censo ou recenseamento demográfico é uma pesquisa sobre a população que possibilita a recolha de várias informações, tais como o número de habitantes, o número de homens, mulheres, crianças e idosos, onde e como vivem as pessoas e o trabalho que realizam, entre outras coisas. Esse estudo é realizado normalmente a cada dez anos na maioria dos países.
Segundo a definição da ONU, "um recenseamento de população pode ser definido como o conjunto das operações que consistem em recolher, agrupar e publicar dados demográficos, económicos e sociais relativos a um momento determinado ou em certos períodos, a todos os habitantes de um país ou território". Ou seja, o recenseamento é uma contagem periódica e realiza-se em Portugal de dez em dez anos.
Na Antiga Roma era o censor que mantinha o moral público, e levava ao governo central as informações sobre o estado geral da população.
Algumas obras dizem que foi no século XVII a primeira tentativa de elaborar um censo por um Estado, executando de forma organizada a contagem fidedigna da população. Documentado, porém, sabe-se que foi na Suécia no ano de 1749, já no século XVIII, que foi elaborado o primeiro recenseamento demográfico de maneira que permitisse conhecer com precisão o número e a classe social de seus cidadãos.
A nível internacional, a partir do século XX tentou-se que os países que ainda não o haviam feito, realizassem uma contagem periódica da população, recomendando-se que por acordo internacional, se adoptassem regras comuns na recolha, apuramento e apresentação dos dados, de modo a tomar validas as comparações que se pudessem vir a fazer entre as estatísticas de diferentes países.
Durante a Segunda Guerra Mundial muitos países, devido aos conflitos, viram-se impedidos de realizar recenseamentos periódicos da sua população. Depois da guerra os seus governos, obrigados a enfrentar os problemas políticos, económicos e sociais dela decorrentes, sentiram necessidade de possuir informações actualizadas sobre o volume e as características das populações sob suas administrações. Depois da Guerra Mundial foi feito o Censo das Américas. Este foi um programa de recenseamento simultâneo para vários países americanos promovido pelo IASI, no qual o Brasil participou.
Em alguns países, as pessoas não querem ser recenseadas. Existe alguma polémica sobre se a realização de recenseamentos é uma prática aceitável, ou se por outro lado é uma intromissão do Governo. Esta situação muitas vezes leva certos países a procurar alternativas, o que pode comprometer a veracidade dos resultados. Em alguns destes países, são utilizados os registos normais de população, como oregisto civil (i.e. bilhete de identidade), da carta de condução, ou de um registo camarário especial que as pessoas são obrigadas a fazer. Assim, é possível saber o número de pessoas, mas não é fácil obter informação tão extensiva com a que se consegue com um recenseamento de população.












































CONCLUSÃO

O chamado “movimento da população” também constitui objecto de estudo da demografia. Através de cálculos e estatísticas são estudados os fenómenos da mortalidade, natalidade e movimentos migratórios, todos estes influenciados por diversos factores como educação, saneamento, e etc.
Depois de algumas investigações feitas sobre o estudo da demografia conclui que; a demografia se resume no estudo da dinâmica populacional  humana por meio de estatísticas que utilizam como critérios e religião, educação, etnia e outros critérios que são influenciados por factores como taxa de natalidade, fecundidade e migrações.

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